- Publicidade -
Sábado, Janeiro 22, 2022
- Publicidade -

Covid-19 | USP do Médio Tejo sem novos casos nas últimas 24 horas alerta para altas temperaturas (C/AUDIO)

A Unidade de Saúde Pública (USP) do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo não registou novos casos de infeção por covid-19 nas últimas 24 horas, tendo conseguido travar a evolução do surto em Ourém, município que não regista novos casos nos últimos dois dias.  A delegada de Saúde Pública do ACES do Médio Tejo, Maria dos Anjos Esperança, alertou a população para os cuidados a ter devido às altas temperaturas que estão previstas para os próximos dias, nomeadamente crianças, idosos e pessoas doentes, como diabéticos, doentes cardíacos, e com outras morbilidades.

- Publicidade -

- Publicidade -

O ACES Médio Tejo regista hoje um total de 311 pessoas infetadas (-), 184 recuperadas (-), 56 em vigilância ativa (+7), e 15 óbitos (-). Nos 11 concelhos do ACES Médio Tejo, o município de Ourém é o que regista maior número de casos positivos (107), seguido de Torres Novas (60), Abrantes (44), Entroncamento (32), Tomar (24), Alcanena (21), Vila Nova da Barquinha (8), Mação (7), Constância e Ferreira do Zêzere (3) e Sardoal (2). Com os sete casos registados no ACES Pinhal Interior Sul, onde se inclui Sertã (6 casos) e Vila de Rei (1 caso), a região do Médio Tejo soma um total de 318 casos de covid-19, 191 pessoas recuperadas e 15 óbitos.

Ourém continua a ser o concelho com mais pessoas em vigilância ativa (32), seguido de Vila Nova da Barquinha (8), Entroncamento (6), Alcanena (4), Abrantes e Ferreira do Zêzere (2) e Mação e Torres Novas (1). Com os casos da Sertã (6) e Vila de Rei (1) a região do Médio Tejo soma um total de 318 pessoas infetadas, 191 recuperadas e 15 óbitos.

- Publicidade -

O ACES do Pinhal Interior Sul apresenta um total acumulado de 18 casos positivos, sendo seis (6) deles na Sertã e um (1) em Vila de Rei, deu conta ao mediotejo.net a Delegada de Saúde Pública deste ACES, Maria Manuela Vaz, que revelou ainda que não houve ali óbitos a registar na sequência desta doença e que houve dois internamentos a registar, um deles em cuidados intensivos e que já passou para a enfermaria e um outro doente que já teve alta médica. Há já 169 casos de infeção registados no período pós-confinamento, mais 20 do que os reportados na fase inicial de contenção da doença.

- Publicidade -

No Alto Alentejo, Ponte de Sor apresenta dois casos positivos, tendo os dois cidadãos já recuperado da doença. O relatório da DGS soma mais três casos mas são relativos a pessoas que não residem no concelho e que não atualizaram a sua residência fiscal. Gavião continua sem registar casos de covid-19.

Na Lezíria do Tejo, a Chamusca mantém um registo acumulado de nove doentes, entre os quais um óbito a lamentar. A Golegã tem três casos confirmados. No total, a região da Lezíria soma 23 óbitos, dos quais 11 em Santarém. A Lezíria do Tejo apresenta hoje um total acumulado de 608 doentes, dos quais 218 casos no concelho de Santarém, segundo dados da Rede Regional.

O distrito de Santarém soma, assim, 919 casos (608 na Lezíria do Tejo e 311 no ACES Médio Tejo), e um total de 38 óbitos (23 na Lezíria e 15 no ACES Médio Tejo).  A Lezíria do Tejo apresenta um total de 473 doentes recuperados e o ACES Médio Tejo tem 184, o que dá um total de 657 pessoas recuperadas do vírus.

Mais oito mortes e 342 casos em Portugal nas últimas 24 horas – DGS

Portugal regista hoje mais oito mortes por covid-19 e mais 342 casos confirmados em relação a sexta-feira, segundo dados da Direção-Geral de Saúde (DGS).

De acordo com o boletim epidemiológico diário da DGS, há 46.221 casos confirmados e o número de mortes provocadas pela covid-19 atinge os 1.654.

O aumento do número de mortes foi de 0,5% (passou de 1.646 para 1.654) e o aumento do número de infetados foi de 0,7% (de 45.879 para 46.221), com a incorporação no boletim de hoje de 200 casos que ainda não tinham sido incluídos.

Todos os mortos das últimas 24 horas se verificaram na região de Lisboa e Vale do Tejo, enquanto o número de casos nesta região aumentou para 22.385, mais 2,1% que na sexta-feira.

Os novos casos na região de Lisboa e Vale do Tejo representam 75,7% do total de novos casos no país inteiro.

Nas últimas 24 horas, o número de pessoas internadas desceu de 471 para 459, mas o número de internados em cuidados intensivos aumentou de 66 para 68.

Na região Norte há hoje 18.068 casos (mais 67), seguindo-se a região Centro com 4.255 (mais um), Algarve com 695 casos (mais sete) e Alentejo com 570 casos (mais oito).

Os Açores continuam com 153 casos e a Madeira com 95.

Os números relativos aos concelhos continuam sem alteração, porque a DGS está a verificar “todos os dados com as autoridades locais e regionais de saúde” e espera ter esta tarefa “concluída nos próximos dias”.

Na última atualização dos dados por concelho, onze tinham mais de mil casos, com Lisboa (3.645), Sintra (2.850) e Loures (1.910) à cabeça.

A região com mais mortes continua a ser o Norte (821), seguida de Lisboa e Vale do Tejo (535), Centro (250), Alentejo (18), Algarve e Açores (15 cada uma).

Por faixas etárias, o maior número de óbitos concentra-se nas pessoas com mais de 80 anos (1.108, mais quatro que na sexta-feira), seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (318, mais três) e entre os 60 e 69 anos (149, mais uma). Há 55 óbitos entre os 50 e 59 anos, 20 entre os 40 e 49, dois entre os 30 e os 39 e outros dois entre os 20 e os 29 anos.

As autoridades de saúde mantêm sob vigilância 34.082 contactos de pessoas infetadas – mais 221 do que na sexta-feira – e há 1.705 pessoas que aguardam resultados laboratoriais.

O número de doentes dados como recuperados aumentou de 30.350 para 30.655, mais 305 do que na sexta-feira.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome