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Sábado, Dezembro 4, 2021
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Covid-19 | Surto mete 88 alunos do pré-escolar e 1º ciclo de Caxarias em isolamento (c/ÁUDIO)

Devido a um surto em Caxarias, Ourém, as autoridades de saúde colocaram mais de uma centena de pessoas em isolamento do Centro Escolar da Carvoeira, entre eles um total de 88 alunos do pré-escolar e 1º ciclo, que passam assim a ter aulas não presenciais, disse hoje a Coordenadora da Unidade de Saúde Pública do ACES Médio Tejo. Esta é a única escola no Médio Tejo fechada devido à covid-19, ou seja, sem ensino presencial.

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A decisão foi tomada na quinta-feira, a pedido das autoridades locais à Direção Geral da Saúde, e envolve um total de 105 pessoas, dos quais 38 são crianças que frequentam o pré-escolar e 50 crianças o 1º ciclo, a par de mais 17 profissionais, entre professores, assistentes e auxiliares de educação.

ÁUDIO: MARIA ANJOS ESPERANÇA, SAÚDE PÚBLICA ACES MÉDIO TEJO:

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“A escola ficou sem ensino presencial na quinta-feira por força de um surto numa comunidade indiana que ali trabalha, com crianças também positivas”, disse Maria do Anjos Esperança, tendo avançado que está tudo a ser preparado para avançar com novas testagens na segunda-feira naquele centro escolar para detetar se há mais casos.

A albergar há dois anos os alunos da degradada escola básica de 1º ciclo (EB1) da Carvoeira, a Escola Básica de 2º e 3º ciclos (EB2/3) Cónego Dr. Manuel Lopes Perdigão, em Caxarias, concelho de Ourém, viu em abril o seu espaço ampliado com a conclusão do novo Centro Escolar, a ela anexa, que passou a receber o pré-escolar e 1º ciclo. O Centro Escolar de Carvoeira possui três salas para pré-escolar e quatro para 1º ciclo.

Todo o complexo conta neste momento com mais de 300 alunos, tendo recebido com a inauguração da estrutura também os alunos da EB1 dos Pisões. O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, inaugurou no dia 5 de abril o novo equipamento que passou a juntar todos os níveis de ensino, do pré-escolar ao 9º ano.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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