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Quinta-feira, Maio 13, 2021

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Covid-19 | Surto em escola de Abrantes mete 8 turmas e 158 alunos em isolamento (C/ÁUDIO)

Um surto de covid-19 foi hoje declarado na Escola Solano de Abreu, em Abrantes, depois de cinco casos confirmados em crianças do 5º e 6º ano. Oito turmas entraram hoje em isolamento profilático até ao dia 12 de maio, num total de 158 alunos e 16 professores.

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“Há um surto com cinco casos notificados em alunos do 5º e 6º ano da Escola Solano de Abreu e oito turmas entraram hoje em isolamento profilático e ficam em regime não presencial de aulas durante 14 dias, até 12 de maio”, disse a Delegada de Saúde do ACES Médio Tejo, envolvendo um total de 158 alunos dos 259 que integram o 2º ciclo do Agrupamento de Escolas nº1 de Abrantes, a par de 16 professores.

ÁUDIO: MARIA ANJOS ESPERANÇA, DELEGADA SAÚDE PÚBLICA:

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Maria dos Anjos Esperança disse ainda que a autorização para a suspensão da atividade escolar nas oito turmas daquela escola decorreu de um pedido efetuado nesse sentido à Direção-Geral da Saúde (DGS) para prevenir a propagação da doença.

Jorge Costa, diretor do Agrupamento, confirmou esta manhã que os 158 alunos das oito turmas do 5º e 6º ano da Escola Solano de Abreu entraram hoje em isolamento devido a casos covid-19, sendo que as turmas do 2º ciclo da Escola D. Miguel de Almeida, que também integra aquele Agrupamento de Escolas, estão sem casos de doença e a ter aulas normalmente.

O presidente da Câmara de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, também comentou este novo surto numa escola do concelho e a decisão da suspensão das aulas presenciais a oito turmas.

ÁUDIO: MANUEL JORGE VALAMATOS, PRESIDENTE CM ABRANTES:

Assim, a partir de hoje, passam a ter aulas não presenciais quatro turmas do 5.º ano e mais quatro do 6.º ano de escolaridade. Em isolamento entram também 16 professores sendo que os auxiliares de ação educativa vão ser submetidos a testes de despiste.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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