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Domingo, Maio 16, 2021

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Covid-19 | Sete novos casos confirmados na região nas últimas 24 horas

Esta quinta-feira, 2 de julho, confirmaram-se mais quatro casos de infeção por covid-19 em Ourém, três deles ainda relacionados com o surto iniciado no Coro do Santuário de Fátima (que soma já 42 infetados), e o outro por contacto com um doente infetado proveniente de Odivelas. A Delegada de Saúde do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo, Maria dos Anjos Esperança, adiantou ainda ao mediotejo.net que o caso hoje confirmado em Torres Novas diz respeito a um homem que reside no concelho mas trabalha em Lisboa.

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Há ainda a registar mais um caso no Entroncamento e um outro em Vila Nova da Barquinha.

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O ACES Médio Tejo apresenta assim esta quinta-feira, 2 de julho, um total acumulado de 295 pessoas infetadas (+7), 156 recuperadas (+1), 112 pessoas em vigilância ativa (-11), e 14 óbitos (-). Ourém continua a ser o município com mais pessoas em vigilância ativa (59), seguido agora de Abrantes (12), de Torres Novas (11), do Entroncamento (10), Tomar (8), Vila Nova da Barquinha (6), Mação (4), e Ferreira do Zêzere (2). Com os casos da Sertã (6) e Vila de Rei (1) a região do Médio Tejo soma um total de 302 pessoas infetadas, 163 recuperadas e 14 óbitos.

Com o caso hoje confirmado em Vila Nova da Barquinha, todos os concelhos do ACES Médio Tejo passam a ter registos de infeções no período pós-confinamento. Esta quarta-feira, 2 de julho, o número de casos no pós-confinamento ultrapassou também número total registado durante o período de confinamento. A média diária de casos, contudo, é ainda ligeiramente mais baixa: 2,5 infeções por dia, quando na primeira fase se fixou nos 3,1 casos diários.

 

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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