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Covid-19 | Quartel dos bombeiros de Abrantes a postos para vacinação da população

O centro de vacinação contra a covid-19 em Abrantes será no quartel dos Bombeiros, avançou o presidente da Câmara Municipal em reunião de executivo. Na sub-região do Médio Tejo existirão, de acordo com Manuel Jorge Valamatos, “quatro grandes centros de vacinação; um em Ourém, outro em Tomar, um em Torres Novas e outro em Abrantes, além de se perspetivar que a vacinação decorra em cada um dos 11 municípios do ACES Médio Tejo.

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O processo de vacinação de idosos com 80 ou mais anos e de pessoas com mais de 50 anos com doenças associadas já arrancou em algumas zonas do País, designadamente na região do Alentejo e de Lisboa, tendo hoje chegado a Mação as primeiras 102 vacinas destinadas ao ACES Médio Tejo.

No caso do concelho de Abrantes ainda não existe uma previsão para o início deste processo, mas o presidente da Câmara Municipal, Manuel Jorge Valamatos (PS), explicou que o local escolhido pelas entidades de Saúde Pública do Médio Tejo, é “o quartel dos Bombeiros” voluntários de Abrantes.

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Explica que a autarquia propôs “três espaços possíveis para a concretização do processo de vacinação; a cidade desportiva, o tecnopolo e o quartel dos Bombeiros. A drª Maria dos Anjos Esperança, a drª Diana Leiria e os técnicos que acompanharam esta visita entendem que o quartel dos Bombeiros é o espaço com excelentes condições para este processo de vacinação. Estamos a preparar o processo”.

Na sub-região do Médio Tejo existirão, de acordo com o presidente, “quatro grandes centros de vacinação; um em Ourém, outro em Tomar, um em Torres Novas e outro em Abrantes. Abrantes vai ter um polo de vacinação massiva que vai ser, em principio, no quartel dos Bombeiros porque temos logo o apoio da Associação Humanitária, quer em recursos humanos, quer com equipamentos capazes de dar esta resposta”.

Além disso “a presença de um hangar no quartel dos Bombeiros, com potencial para sectorizar o pavilhão de forma a que possamos acolher bem as pessoas e que não tenham de se cruzar umas com as outras. Estamos a tentar encontrar um bom modelo organizacional”.

Em reunião de executivo, que decorreu por videoconferência na manhã desta terça-feira, Manuel Valamatos deu ainda conta do “apoio imprescindível das Juntas de Freguesia” no que diz respeito ao registo das casas de acolhimento de idosos para dar resposta ao processo de vacinação.

Segundo o presidente, a Câmara em contacto com a autoridade de Saúde Pública, espera brevemente receber mais informações do plano de ação de vacinação, que possa inclusivamente avançar para os utentes e trabalhadores dos Centros de Dia.

Relativamente ao processo de vacinação contra covid-19, Manuel Valamatos falou ainda na vacinação indevida, garantindo que o presidente não foi vacinado nem nenhum dos vereadores.

O Serviço Nacional de Saúde informa que, relativamente ao Plano de vacinação contra a covid-19, o processo de convocatória e agendamento dos utentes para a vacinação será feito através de SMS (serviço de mensagens curtas) e, na ausência de resposta ao SMS ou havendo recusa de proposta de agendamento, os utentes serão contactados telefonicamente pelo centro de saúde de modo a encontrar uma alternativa de agendamento. Na impossibilidade de contacto telefónico, será enviada uma carta, informa o SNS.

O SNS salienta que “não é possível pedir a marcação da sua vacina para a covid-19” e que o agendamento da mesma também não é feito ao domicílio, os serviços de saúde locais entrarão em contacto com os utentes via telefone, SMS ou carta.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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