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Quinta-feira, Janeiro 20, 2022
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Covid-19 | Primeira vacina em lares de idosos foi há um ano em Mação

Considerada a principal “arma” para vencer a pandemia, a vacinação contra a covid-19 nos lares de idosos começou a 4 de janeiro de 2021 em Mação, em Celeste Heleno, então com 100 anos, hoje com 101 cumpridos e de boa saúde. Portugal é hoje considerado uma referência mundial pela elevada taxa de pessoas vacinadas. Os testes e casos positivos batem recordes mas os internamentos são um terço de há um ano.

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Ao longo do último ano, a estratégia de vacinação sofreu várias atualizações, o país debateu-se com falta de vacinas para cumprir as metas previstas, surgiram casos de vacinação indevida na fase inicial e um novo coordenador assumiu a liderança de um plano que passou também a incluir doses de reforço e a imunização de jovens e crianças.

O plano nacional de vacinação contra a covid-19 arrancou a 27 de dezembro de 2020 no Hospital de São João, no Porto, com o médico infecciologista António Sarmento a receber a primeira dose. No dia 04 janeiro, a vacinação nos lares de idosos no continente começou em Mação, com uma utente de 100 anos, do lar de São José das Matas, que ainda hoje está bem de saúde.

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Portugal registou 25.836 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, mais 15 mortes associadas à covid-19 e um novo aumento dos internamentos, indicam números divulgados hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

O ACES Médio Tejo registou 488 novos contágios nas últimas 24 horas, com Tomar a liderar o número de novos casos (105), seguido de Torres Novas (84), Abrantes (74), Ourém (71), Ferreira do Zêzere (52), Entroncamento (42), Alcanena (23), Mação (19),  Vila Nova da Barquinha (12), Constância (3), e Sardoal (3).

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Os números de testes e novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2 bateram recordes em Portugal nas últimas duas semanas, mas o número de pessoas internadas está a cerca de um terço do que se verificava há um ano.

O recorde de novos casos diários de contágio pelo SARS-CoV-2 atingido a 31 de dezembro de 2021 foi precedido de um recorde absoluto de testes, mas em todo o caso, havia um terço dos internados do que nos mesmos dias em 2020.

No período entre 20 de dezembro de 2021 e 03 de janeiro de 2022, foram diagnosticados 178.569 novos casos de infeção. Olhando para trás um ano, surgiram 55.467 novos casos no mesmo período. O aumento é superior a 220 por cento.

No entanto, na comparação com o ano passado, verifica-se atualmente uma grande diminuição em relação ao número de internados: entre 20 de dezembro de 2020 e 03 de janeiro de 2021, a média de pessoas internadas foi de 2.925,2, com um mínimo de 2.754 registado em 25 de dezembro e um máximo de 3.158 a 21 de dezembro.

Em relação aos cuidados intensivos, a média de internamentos neste tipo de unidades na passagem de 2020 para 2021 foi de 497,5.

Olhando para o período entre dia 3 de janeiro e 20 de dezembro passado, a média de internamentos foi de 959 e a média de pessoas em cuidados intensivos foi de 149.2.

Em percentagens, a média atual de internamentos desceu 67,2% e a média de internamentos em unidades de cuidados intensivos desceu 70% em relação ao mesmo período de há um ano.

Quanto às mortes atribuídas à covid-19, a descida ainda é mais acentuada: Entre 20 de dezembro de 2021 e 03 de janeiro deste ano, a média de mortes diárias foi de 14,8, menos 79,2% do que a média de 71,4 mortes diárias verificadas no mesmo período de há um ano.

Nesse período entre 2020 e 2021, o dia com mais mortes atribuídas à doença foi 23 de dezembro, com 89 óbitos, enquanto nos últimos quinze dias, o dia com mais mortes foi 01 de janeiro, com 21 óbitos.

Com obrigatoriedade de testes para frequentar restaurantes, recintos desportivos, eventos culturais e uma campanha reiterada das autoridades de saúde recomendando testagem antes de encontros familiares, nos últimos dias e vésperas de festas de 2021, os números foram recordes sucessivos: 151.168 a 20 de dezembro, 359.830 a 23 de dezembro, 402.756 a 30 de dezembro.

Olhando para os mesmos dias de 2020, os números são muitíssimo inferiores: 18.383 a 20 de dezembro, 59.267 a 23 de dezembro, 44.536 a 30 de dezembro.

A covid-19 provocou 5.441.446 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.000 pessoas e foram contabilizados 1.434.570 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde de segunda-feira.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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