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Covid-19 | Primeira fase de vacinação chegou a 31 bombeiros de Gavião

Teve hoje início a campanha de vacinação contra a covid-19 nos Bombeiros Voluntários de Gavião. Nesta primeira fase, foram abrangidos 31 operacionais do quadro ativo e o quadro de comando. Os restantes bombeiros serão vacinados numa próxima fase, a definir pelas entidades competentes.

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Cerca de 15.000 bombeiros voluntários, sapadores e municipais deverão ser vacinados contra a covid-19, num processo que se vai prolongar durante as próximas duas semanas em todo o país.

Os elementos das corporações de bombeiros estão receber a vacina da Astrazeneca, que implica uma segunda dose passadas 12 semanas (ao invés dos 21 dias da Pfizer, que está a ser aplicada nos lares e à população). Os bombeiros vacinados esta sexta-feira terão a segunda toma no próximo dia 7 de maio.

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O ministro da Administração Interna disse ontem que a vacinação aos bombeiros voluntários, sapadores e municipais contra a covid-19 vai permitir dar mais confiança na ajuda pré-hospitalar e no socorro às populações, durante o período de pandemia.

Vacinação dos Bombeiros Voluntários de Gavião. Créditos. CMG

O Ministério tutelado por Eduardo Cabrita indica que os locais de vacinação, em vários concelhos de cada um dos 18 distritos do continente, foram estabelecidos de acordo com a distribuição geográfica dos 15.000 bombeiros.

De acordo com o MAI, Lisboa e Porto são os distritos com mais bombeiros que vão ser vacinados contra a covid-19, 2.181 e 1.916 respetivamente, seguido de Viseu (1.025), Aveiro (958), Coimbra (945), Leiria (945), Braga (910), Santarém (842), Setúbal (829) e Vila Real (687).

No distrito da Guarda vão ser vacinados 644 bombeiros, em Faro 617, em Castelo Branco 500, em Bragança 477, em Portalegre 388, em Viana do Castelo 347, em Beja 358 e em Évora 326.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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