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Quinta-feira, Janeiro 20, 2022
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Covid-19 | Números começaram a descer em quase todos os concelhos, mas Ómicron poderá inverter tendência

Apesar dos níveis de risco elevados que se mantêm em todos os concelhos do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo, a análise a 14 e 21 dias do mediotejo.net (ver gráficos) indica que a curva de casos estabilizou ou começou a descer ligeiramente em 9 concelhos, continuando a subir apenas nos municípios de Mação e Sardoal.

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Contudo, com a evolução galopante da variante Ómicron em Portugal, esta situação deverá alterar-se até ao Natal.

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O número de casos diários continua a ser superior ao registado no ano passado, apesar da grande percentagem de população vacinada – os efeitos da vacina são visíveis nas percentagens de internados em cuidados intensivos e no número de óbitos, que se encontram em níveis mais baixos. 

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Com a média de infeções pelo SARS-CoV-2 nos 566 casos por cada 100 mil habitantes a nível nacional, na região há 6 concelhos acima desse valor, três deles em “risco extremo”, ultrapassando os 980 casos por cada 100 mil habitantes: Ferreira do Zêzere, Ourém e Tomar.

Durante a última semana, 15 de dezembro foi o dia com mais casos registados (179). No relatório deste domingo, 19 de dezembro, o ACES Médio Tejo reportou mais 82 casos positivos. As atenções dos delegados de saúde estão sobretudo concentradas em Torres Novas, com 503 casos em vigilância ativa. Abrantes tem 276 pessoas em isolamento profiláctico, seguindo-se o Entroncamento (136), Tomar (119) e Ourém (116).

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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