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Covid-19 | Médio Tejo tem três municípios em risco extremo, 70% do país ainda a vermelho

Mais de 70% dos 308 concelhos portugueses estão em risco extremo devido ao número de casos de covid-19, tendo registado uma taxa de incidência acumulada superior a 960 por 100 mil habitantes, entre 20 de janeiro e 02 de fevereiro, segundo dados oficiais. No Médio Tejo os concelhos de Mação, Ferreira do Zêzere e Torres Novas integram a listagem de municípios no nível máximo de risco.

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De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) hoje divulgado, estão neste patamar 219 dos 308 concelhos portugueses (71,1%), ou seja, menos 15 em relação à análise divulgada a 25 de janeiro. A situação melhorou desde o início do último confinamento, estando hoje Sardoal e Vila de Rei em risco moderado, Abrantes em risco elevado, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ourém, Tomar, Sertã e Vila Nova da Barquinha em risco muito elevado, e Mação, Ferreira do Zêzere e Torres Novas em risco extremamente elevado, segundo os dados nacionais divulgados pela DGS de 20 de janeiro a 02 de fevereiro.

Evolução do mapa de risco no Médio Tejo ao dia de hoje, 08 de fevereiro 2021, segundo dados do mediotejo.net fornacidos pelos ACES da região

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Na nota explicativa dos dados por concelhos é referido que a incidência cumulativa “corresponde ao quociente entre o número de novos casos confirmados nos 14 dias anteriores ao momento de análise e a população residente estimada”.

Apenas 89 concelhos de um total de 308 não estão em risco extremo, três dos quais na sub-região do Médio Tejo: Mação, Ferreira do Zêzere e Torres Novas.

Com zero casos de infeção os dados nacionais dão conta de apenas um concelho: Velas, nos Açores. Os municípios de Castelo de Vide (6.680), Penedono (5.289), Aguiar da Beira (4.751) e Almeida (4.254) são os concelhos com maior incidência acumulada.

Portugal registou hoje 196 mortes relacionadas com a covid-19 e 2.505 casos de infeção com o novo coronavirus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O boletim da DGS revela também que estão internadas 6.344 pessoas, mais 96 do que no domingo, das quais 877 em unidades de cuidados intensivos, ou seja, mais 12.

Desde o dia 28 de dezembro que Portugal não registava um número de novos casos tão baixo, quando o país teve 2.093 novas infeções diárias, também uma segunda-feira, dia em que habitualmente os valores são mais reduzidos.

Os dados de hoje revelam ainda que 6.755 pessoas foram dadas como recuperadas, fazendo subir para 612.921 o número de recuperados desde o início da pandemia em Portugal, em março de 2020.

Há oito dias consecutivos que o número de recuperados supera o de novas infeções.

O número de casos ativos em Portugal também regista um decréscimo. Há 140.644 pessoas com o vírus ativo, menos 4.446 em relação a domingo, e o valor mais baixo desde 19 de janeiro, quando se registavam 135.841.

O número de óbitos hoje é igualmente o mais baixo desde 18 de janeiro, dia em que se registaram 167 mortes.

Desde março de 2020, Portugal já registou 14.354 mortes associadas à covid-19 e 767.919 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2.

As autoridades de saúde têm em vigilância 180.905 contactos, menos 6.535 relativamente ao dia anterior. Este indicador tem também registado uma descida consistente desde o dia 30 de janeiro.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.140.687 mortos resultantes de mais de 99,6 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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