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Covid-19 | Médio Tejo com serviços mínimos nos transportes públicos

Os transportes públicos na região do Médio Tejo estão a funcionar em serviços mínimos, na sequência do encerramento das escolas e do confinamento geral obrigatório, anunciou a comunidade intermunicipal.

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Com a suspensão das aulas presenciais por um período anunciado de 15 dias, a rede de transporte público será adequada aos fluxos previsíveis, considerando as restrições e constrangimentos decorrentes do atual contexto de pandemia, dá conta a CIM Médio Tejo, em nota de imprensa.

Assim, durante os próximos dias, estará em funcionamento no Médio Tejo a rede de serviços de transporte semelhante à que esteve em operação durante o período de férias escolares do último verão, com as devidas condições de segurança sanitária.

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Para o efeito, deverá manter-se o cumprimento das orientações de saúde pública, nomeadamente, a entrada e saída dos passageiros pelas portas traseiras dos autocarros. É obrigatório o devido distanciamento entre os passageiros e a utilização da máscara de proteção.

A disponibilização da rede de serviços essenciais de transporte público surge na sequência da publicação do Despacho n.º 3547-A/2020 de 22/03/2020 que regulamenta a declaração do estado de emergência, assegurando o funcionamento das cadeias de abastecimento de bens e dos serviços públicos essenciais, bem como as condições de funcionamento em que estes devem operar.

Para mais informações, consulte a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo através do email autoridade.transportes@cimt.pt ou a Linha de Apoio ao Cliente da Rodoviária do Tejo (tlf: 249 78 78 78) ou Rodoviária da Beira Interior (tlf: 225 100 100).

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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