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Sábado, Outubro 23, 2021

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Covid-19 | Jovem médica do CHMT apela: “por favor, fiquem em casa” (c/video)

Teresa Oliveira, tem 29 anos, e é médica interna na especialidade de Medicina Intensiva no Hospital de Abrantes, do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT).  Desde o início da pandemia que entra na área dedicada ao tratamento de doentes com Covid-19, nos Cuidados Intensivos.  O que encontra dentro deste serviço fê-la, mais uma vez, lançar o apelo: “Por favor, fique em casa”.

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“Muitas das pessoas que aqui estão internadas são mais novas as que os meus pais, alguns deles têm a idade dos meus irmãos mais velhos. e muitos não tem outros problemas ou co-morbilidades”. E, no final deste relato Teresa Oliveira pede “por favor, fiquem em casa”.

Fique em casa!

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O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) tem lançado vários apelos para que a população cumpra o confinamento.  O objetivo da mensagem é só um: Fique em casa!

Num dos últimos comunicados, o CHMT diz que o alerta é para todos: “Fique em casa! Se não quer ver imagens destas no nosso país, fique em casa. Proteja-se e proteja os seus. Cuide de si, cuide de todos!”, apela, mostrando a dor da morte e recorrendo ao testemunho de uma profissional de saúde que adverte para o estado pandémico em que o país se encontra.

O CHMT revelou na quarta-feira ter 144 doentes internados devido à infeção causada pelo vírus SARS-CoV-2, estando a prestação do serviço hospitalar sob “muita pressão” e com todos os recursos agora serem dedicados prioritariamente à população do Médio Tejo.

Tendo feito notar que o aumento de casos registado nas últimas semanas “tem seguido a dinâmica nacional”, o CHMT afirma que, desde o início da pandemia, em março de 2020 até ao passado dia 31 de dezembro, morreram 146 utentes internados devido à covid-19.

O Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) suspendeu todas as visitas aos doentes internados nos hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas, devido ao “fortíssimo aumento dos casos de contágio” pelo novo coronavírus.

Em comunicado, o CHMT refere que a medida tem “efeitos imediatos” e, com a mesma, “pretende salvaguardar o melhor interesse da segurança clínica, não só dos próprios doentes, bem como dos profissionais” daquele centro hospitalar que serve cerca de 250 mil habitantes da região do Médio Tejo.

Com o mote ‘Não o queremos ver aqui. Proteja-se!’, o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) iniciou há alguns meses uma campanha direcionada principalmente para as redes sociais e meios digitais relacionada com a pandemia de covid-19.

Fátima Pimenta, diretora do Serviço de Medicina Interna do CHMT, alerta para a necessidade de que “cada um tem de cumprir o seu papel. Temos doentes de todas as faixas etárias. Portanto protejam-se. Fiquem o mais possível em casa, estejam o menos tempo possível em grupo, mantenham o distanciamento social.”

O arranque desta campanha multimédia começou com a divulgação de um vídeo que mostra o trabalho médico na unidade de cuidados intensivos. O CHMT apela, nesta campanha, ao uso de máscara e à aplicação das restantes medidas de autoproteção para evitar o recurso às unidades de Saúde.

“Estou aqui por opção minha. Para cuidar dos outros. Mas não vos queremos ver aqui. não facilitem. Protejam-se!”.

Esta é a mensagem de Susana Pedrosa, assistente operacional que todos os dias desde março tem estado a trabalhar numa das enfermarias dedicadas ao Covid-19, instalada na Unidade Hospitalar de Abrantes.

Constituído pelas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, separadas geograficamente entre si por cerca de 30 quilómetros, o CHMT funciona em regime de complementaridade de valências, abrangendo uma população na ordem dos 260 mil habitantes de 11 concelhos do Médio Tejo, no distrito de Santarém, Vila de Rei, de Castelo Branco, e ainda dos municípios de Gavião e Ponte de Sor, ambos de Portalegre.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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