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Domingo, Setembro 26, 2021

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Covid-19 | Índice de transmissibilidade desce na região, em contraciclo com aumento a nível nacional

É uma boa notícia, para variar: segundo os cálculos realizados pelo mediotejo.net, o índice de transmissibilidade (Rt) da covid-19 está a descer na região, fixando-se hoje em 0,9 – um Rt acima de 1,0 mostra uma tendência de crescimento da propagação da doença, enquanto abaixo de 1,0 indica que há uma diminuição.

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A nível nacional, segundo os dados da DGS ontem revelados, Portugal está com um Rt de 1,20 no continente. Estes dados são atualizados pelas autoridades às segundas, quartas e sextas-feiras, pelo que amanhã será conhecida a evolução do valor global nacional.

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O Agrupamento de Centros de Saúde do Médio Tejo registou 5 novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas: Abrantes (2), Entroncamento (1) e Tomar (2). Não há novos óbitos a registar e mantêm-se em vigilância ativa 486 pessoas.

O concelho de Constância continua a ver o seu risco de transmissão da covid-19 a descer, fixando-se hoje nos 496 casos por 100 mil habitantes, quando já chegou a superar os 750 – ainda assim, mantém-se no parâmetro de risco laranja, ou “muito elevado”. Todos os outros concelhos da região estão claramente abaixo dos 240 casos por cada 100 mil habitantes, ficando no registo branco, ou “moderado”.

Na Sertã e em Vila de Rei, concelhos que pertencem ao Agrupamento de Centros de Saúde do Pinhal Sul, não há informação de novos casos a registar nas últimas 24 horas.

António Costa diz que festas são os “polos de difusão” da nova vaga

O primeiro-ministro alertou hoje que as festas, tanto ilegais como legais, que continuam a ser feitas um pouco por todo o país, são os “principais polos de difusão” da pandemia de covid-19 nesta fase.

“Temos de evitar os comportamentos irresponsáveis de festas clandestinas ou não clandestinas que se desenvolvem sem segurança e que estão a ser os principais polos de difusão desta nova vaga da pandemia”, afirmou.

Costa apelou à “responsabilidade individual” de cada cidadão, insistindo que só comportamentos responsáveis poderão evitar que as infeções cresçam como cresceram em janeiro e fevereiro.

Os encontros e festas entre os mais jovens são um foco de preocupação do governo. Créditos: Unsplash

Apelou ainda ao esforço daqueles que vão ser vacinados em “condições menos agradáveis nas próximas semanas” devido ao aumento do número de administrações de vacinas e à “disciplina” de usar máscara, desinfetar as mãos e manter a distância física.

Falando numa “luta contra o tempo” entre a capacidade do vírus se ir diferenciando e a capacidade que o país tem de assegurar a vacinação, o primeiro-ministro pediu “compreensão” aos cidadãos porque a vacinação não vai ser feita com a mesma “comodidade” de até então. Esta será, disse, uma “luta contrarrelógio” para garantir que todos os cidadãos fiquem melhor protegidos.

“Hoje estamos melhor preparados, mas isso não nos deve dar tranquilidade porque esta pandemia não acabou, infelizmente continua e vai continuar enquanto o vírus tiver capacidade para se ir diferenciando em múltiplas variantes”, sublinhou.

Com mais de 90% dos casos nacionais já atribuídos à variante Delta, segundo o Instituto Nacional Ricardo Jorge, Portugal registou hoje mais 2.170 casos de infeção, num dia sem alterações nos internamentos em enfermaria, que estão nos 613, e em que há menos três doentes em cuidados intensivos por covid-19, num total de 133.

Segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, nas últimas 24 horas, verificou-se uma morte atribuída à covid-19, registada na região Norte, elevando o número de óbitos em Portugal para um total de 17.118.

Lisboa e Vale do Tejo, com 1.151 novos casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, concentra 53% do total de casos registados nas últimas 24 horas.

*C/Lusa

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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