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Sábado, Maio 8, 2021

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Covid-19 | Confirmada retoma das modalidades de médio risco e testes obrigatórios na formação

O primeiro-ministro, António Costa, confirmou a retoma das modalidades desportivas de médio risco, “assim como a atividade física ao ar livre de até seis pessoas”, a partir de segunda-feira, na terceira fase de desconfinamento. No lote de médio risco estão incluídas as principais modalidades coletivas, casos do andebol, basquetebol, futebol, futsal, hóquei em patins e voleibol, cujas divisões profissionais prosseguiram durante o segundo confinamento geral, em vigor desde 15 de janeiro. A Direção-Geral da Saúde (DGS) determinou a obrigatoriedade da realização de um teste à covid-19 antes do regresso às atividades desportivas dos escalões de formação, recomendando “fortemente” novos despistes durante a competição.

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Depois do regresso da prática de modalidades desportivas de baixo risco, e da atividade física em grupos de até quatro pessoas, em 05 de abril, o Conselho de Ministros decidiu confirmar o avançar das medidas de desconfinamento a partir de segunda-feira, dia 19, na “generalidade” do território nacional, face à pandemia de covid-19.

Corfebol, futebol de praia, hóquei e hóquei em linha, polo aquático, aquatlon, hóquei subaquático e râguebi subaquático também regressarão ao ativo, assim como o râguebi em cadeira de rodas, que completará o leque de desportos para pessoas com deficiência.

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Além das modalidades de médio risco, o Governo expande a atividade física ao ar livre até grupos de seis pessoas.

Também os treinos do desporto de formação, nesta gradação de risco, poderão voltar, na sequência do que já tinha confirmado, ainda em março, o secretário de Estado do Desporto e da Juventude, João Paulo Rebelo, cuja retoma da competição está prevista para a quarta fase de desconfinamento, a partir de 03 de Maio.

Para a frente, ficarão as modalidades de alto risco, avançando, se houver uma evolução pandémica favorável, de segunda-feira a duas semanas.

Teste obrigatório para retoma da formação, outros fortemente recomendados 

Segundo determinação da Direção-Geral da Saúde (DGS), o regresso às atividades desportivas nestes escalões tem imposição obrigatória de um teste à covid-19 antes da retoma, definindo ainda as categorias de risco, pelo tipo de modalidade ou pela situação epidemiológica a nível regional e local, como deu conta ao mediotejo.net a Delegada de Saúde Pública do ACES Médio Tejo, Maria dos Anjos Esperança.

ÁUDIO: DELEGADA DE SAÚDE PÚBLICA ACES MÉDIO TEJO:

A Direção-Geral da Saúde (DGS) determinou a obrigatoriedade da realização de um teste à covid-19 antes do regresso às atividades desportivas dos escalões de formação, recomendando “fortemente” novos despistes durante a competição.

De acordo com a atualização da norma sobre desporto e competições desportivas, feita na quarta-feira e divulgada hoje, mantêm-se todas as medidas de prevenção à doença provocada pelo novo coronavírus, especificando-se, novamente, as modalidades de baixo, médio e alto risco, mas também as indicações sobre a testagem.

“Para a retoma das atividades desportivas é obrigatória a apresentação de um resultado negativo num teste laboratorial para a SARS-CoV-2, realizado nos termos da Norma 019/2020 da DGS [PCR ou antigénio] até 72 horas antes do início das atividades, por parte de todos os praticantes de escalões de formação de modalidades desportivas de médio e alto risco”, lê-se no documento.

Além deste teste, obrigatório, a DGS considera “fortemente recomendado que os clubes e as federações promovam a realização de testes laboratoriais para SARS-CoV2 aos praticantes das modalidades desportivas, de acordo com as categorias de risco das diferentes modalidades, disciplinas ou vertentes das modalidades desportivas e da situação epidemiológica a nível regional e local”.

Estes casos variam consoante a prevalência do número de infetados na região, sendo dispensados os testes para os treinos, qualquer que seja o risco da modalidade, caso existam menos de 120 casos por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias.

Nestas zonas, para as competições de modalidades de médio risco é defendida a realização de testes rápidos aleatórios a metade dos atletas e da equipa técnica e dos árbitros no dia da competição.

Em localidades com mais de 120 casos por 100.000 habitantes, igualmente para modalidades de médio risco, a DGS indica a realização de testes rápidos no dia da competição a todos os agentes envolvidos.

Os desportos de alto risco continuam sujeitos a um rastreio mais acentuado, sendo aconselhada a realização de testes rápidos a todos os agentes no dia da competição, nas zonas menos afetadas pela covid-19, e de testes PCR até 48 horas antes das provas, nas regiões com maior número de infetados.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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