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Sábado, Outubro 16, 2021

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Covid-19 | Colheitas para análises voltam a ser feitas no Hospital de Abrantes

Um ano depois do Centro de Colheita de Análises para doentes não covid-19 ter sido transferido do Hospital de Abrantes para o Estádio Municipal, a realização de colheitas para análises vai regressar já esta segunda-feira ao edifício da Unidade Hospitalar desta cidade tendo em conta a evolução favorável da pandemia.

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Assim, dá conta o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), a partir do dia 03 de maio, segunda-feira, os utentes que precisem de fazer colheita para análises passam a dirigir-se ao Serviço de Patologia Clínica instalado na Unidade Hospitalar de Abrantes. Recorde-se que a colheita de sangue esteve instalada em espaço cedido pela autarquia de Abrantes, no âmbito da colaboração que este Município prestou ao CHMT, durante o período mais crítico do combate à pandemia, altura em que a Unidade Hospitalar de Abrantes esteve condicionada pelo plano de contingência da Covid-19.

No momento em que a evolução favorável da pandemia permite que os diferentes Serviços retomem progressivamente a sua atividade assistencial, em condições tendencialmente de normalidade, o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo anuncia assim o regresso das colheitas de análises ao hospital de Abrantes.

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O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) instalou em abril do ano passado um Centro de Colheita de Análises para doentes não covid-19 no Estádio Municipal de Abrantes, um espaço fora de contexto hospitalar no sentido de transmitir confiança à população na realização de análises.

O Centro de Colheitas de Análises para doentes não covid-19, da unidade de Abrantes, saiu do hospital “para dar às pessoas maior confiança. Ou seja, começamos a ver que muitas pessoas faltavam às consultas, aos exames e também às análises porque não queriam ir ao hospital e então propusemos a central de colheitas fora do hospital”, explicou na ocasião o presidente do conselho de Administração do CHMT, Carlos Andrade Costa, ao mediotejo.net.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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