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Segunda-feira, Setembro 20, 2021

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Covid-19 | Centro Municipal de Vacinação de Ourém encerra no dia 25

O Centro Municipal de Vacinação de Ourém vai encerrar no dia 25 de setembro, revelou o presidente da Câmara Municipal, perspetivando-se que futuras inoculações realizar-se-ão nos centros de saúde do concelho. No ACES Médio Tejo, os quatro grandes centros de vacinação contra a covid-19 estão instalados em Abrantes, Ourém, Tomar e Torres Novas.

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“O Centro Municipal de Vacinação de Ourém vai encerrar no próximo dia 25 de setembro. Foi um local que foi muito bem preparado e estruturado, para o efeito, onde passaram milhares de Oureenses, e que foi fundamental para o sucesso da vacinação que se registou no nosso concelho! Obrigado, a todos, os profissionais de saúde, voluntários, trabalhadores do município, que foram incansáveis, no trabalho que desenvolveram, e que merecem o nosso profundo reconhecimento! Sem eles, teria sido, muito mais difícil!”, escreveu Luís Albuquerque.

O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo definiu quatro grandes centros para a 2ª fase do plano nacional de vacinação contra a covid-19, em espaços de grandes dimensões, e que, em Abrantes, tem estado a decorrer no Quartel dos Bombeiros, em Ourém no Centro de Exposições, em Tomar no pavilhão Jácome Ratton, e em Torres Novas no Palácio dos Desportos.

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Além do de Ourém, que encerra no dia 25, o centro de vacinação de Tomar encerra no dia 26 e o de Torres Novas no dia 27 de setembro. O mediotejo.net não conseguiu confirmar a data de encerramento do centro de vacinação em Abrantes.

A ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, questionada na quinta-feira sobre o fecho dos centros de vacinação e a centralização desta competência nos centros de saúde, afirmou que “obviamente o SNS estará preparado para quando esta decisão for tomada porque há muitos anos que a vacinação de toda a população, de todas as crianças nas idades certas é assegurada”.

“O que tivemos foi uma vacinação muito rápida e muito significativa, terminando esse processo a decisão será tomada quando for certo que pode ser tomada e tudo estará preparado para essa transição”, continuou.

Já sobre os centros de vacinação poderem ser aproveitados para a campanha de vacinação contra a gripe, Mariana Vieira da Silva ressalvou que “não é comparável o número de vacinas que foi dado neste processo, duas doses para 85% do total da população portuguesa, com a vacinação da gripe em qualquer época e face às populações a que essa vacinação se dirige normalmente”, apontando que não são “universos minimamente semelhantes”.

A ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, salientou hoje que as recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS) vão influenciar decisões sobre o uso de máscara, cuja obrigatoriedade de utilização nos espaços públicos cessa formalmente no domingo.

Em declarações em conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros, a governante admitiu que não é possível “neste momento” assumir que haverá “o fim total das restrições” e salientou que aquilo que está em cima da mesa é o patamar de vacinação em que Portugal se encontra, com “mais de 85% da população com uma dose”, e que levará em breve à passagem para a próxima fase delineada no plano de desconfinamento.

Salientando que “a pandemia ainda existe”, a ministra afirmou que com o aumento da população vacinada será possível “levantar algumas restrições, mudar algumas regras, aliviar algumas dessas restrições”.

“Deixando de ser obrigatória a máscara na rua, aquilo que teremos são recomendações da DGS sobre as situações em que a máscara deve continuar. Cabe à DGS detalhar essas circunstâncias. Já antes da aprovação da lei existiam essas recomendações”, lembrou Mariana Vieira da Silva.

Sobre a aparente indefinição em torno da utilização da máscara de proteção contra a propagação da covid-19 no recreio das escolas, Mariana Vieira da Silva remeteu o esclarecimento das dúvidas para o Ministério da Educação e para a DGS, ao notar que existe “uma estrutura de acompanhamento” que reúne as duas esferas, tal como em 2020. “O referencial é conhecido e cabe agora à DGS e ao Ministério da Educação dar resposta às dúvidas”, notou.

Paralelamente, a ministra da Presidência confirmou que o Governo tem o objetivo de promover uma nova reunião de peritos no Infarmed nas próximas semanas, onde deverá ser debatida a questão de uma eventual terceira dose de vacina (decisão que frisou que caberá à DGS), além da manutenção dos centros de vacinação após a meta dos 85% da população completamente vacinada.

“Essas são decisões que temos de tomar com o atingir dos 85%. É necessário que o debate técnico exista para que se tomem decisões”, resumiu.

A ministra salientou que os portugueses vivem “com medidas obrigatórias e com recomendações da DGS relativamente a algumas matérias e que esse é o enquadramento” a “partir do início de outubro”.

“Cabe a cada de nós individualmente, sabendo o que está recomendado, cumprir aquilo que é recomendado pela saúde publica”, apelou.

C/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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