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Segunda-feira, Junho 21, 2021

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Covid-19 | Afinal há Natal: governo permite circulação entre concelhos de 23 a 26 de dezembro

O primeiro ministro anunciou este sábado, no final da reunião extraordinária de Conselho de Ministros, que poderá haver circulação entre concelhos nos dias 23, 24, 25 e 26 de dezembro, para que as famílias possam celebrar o Natal, ainda que mantendo o máximo de cuidados possíveis. O primeiro-ministro rejeitou que o Estado se imiscua na organização da vida familiar, não tendo por isso determinado, em relação ao Natal, limite máximo de número de pessoas ou forma de confraternização.

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Nas noites de 24 e 25 de dezembro a circulação será permitida até às 2h da madrugada do dia seguinte, e no dia 26, sábado, até às 23h. Nestes dias os restaurantes vão também poder servir refeições. Nas noites de 24 e 25 até à 1h da madrugada e no sábado, dia 26, podem servir almoços até às 15h30, conforme se pode ler no comunicado do Conselho de Ministros.

António Costa sublinhou que a evolução da pandemia será novamente analisada no dia 18 de dezembro, quando será revisto o mapa de risco dos concelhos e reavaliadas as medidas agora anunciadas. “Se as coisa não correrem como têm vindo a correr” e se voltar a haver um crescimento exponencial da pandemia, “temos que puxar um travão de mão”, avisou o primeiro-ministro. “Ninguém pode baixar a guarda.”

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Na conferência de imprensa, no Palácio da Ajuda, em Lisboa, na qual foram anunciadas as medidas de restrição para as próximas semanas devido à pandemia e os planos para o Natal, António Costa foi questionado sobre o porquê de, ao contrário de outros países, o Governo não ter decretado um número máximo de pessoas que possam estar em cada casa nesta celebração.

“O nosso entendimento é que não deve ser o Estado a imiscuir-se na organização da vida familiar e, portanto, as famílias têm hoje já suficiente informação para saberem que todos os encontros são momentos de risco”, respondeu.

O primeiro-ministro avisou que o risco será sempre maior quanto mais pessoas houver, quanto mais tempo se estiver sem máscara ou quanto mais pequeno, fechado e menos arejado for o espaço, manifestando confiança no facto de as famílias se saberem organizar.

“Não competiria ao Estado dizer se as famílias devem abrir duas janelas ou três janelas, se devem ser seis pessoas ou se devem ser 10 pessoas, se em vez de estarem sentados à mesa devem fazer jantar volante, se em fez de se sentarem para confraternizar à mesa como é da nossa tradição, se devem simplesmente encontrar para trocar presentes, se devem estar com máscara ou se devem estar sem máscara”, defendeu.

Para Costa, deve-se “confiar nos portugueses e na forma como têm sabido muito bem interpretar a gravidade da situação e agir em conformidade”.

“É um sinal de confiança que temos de ter uns nos outros”, afirmou.

Na perspetiva do chefe do executivo, “os portugueses têm sido exemplares ao longo destes meses na forma como têm compreendido bem a ameaça” que representa a covid-19, enaltecendo a forma como se “têm mobilizado com enorme sacrifício, espírito de serviço à comunidade para enfrentarem esta pandemia”. No último slide da apresentação das medidas, mostrado num ecrã ao lado de António Costa, podia ler-se a frase “Um Natal com cuidado”.

*Com Lusa

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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