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Covid-19 | ACES Médio Tejo tem mais sete pessoas afetadas pelo vírus (c/audio)

Nas últimas 24 horas o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo registou sete casos de pessoas infetadas com o novo coronavírus, sendo os mesmos detetados em Abrantes (2), Torres Novas (2), Constância (1), Tomar (1) e Ourém(1) registando agora este ACES um total de 149 casos. O número de doentes recuperados é agora de 94 e são 30 as pessoas em vigilância ativa. A Sertã tem seis casos confirmados, a par de duas pessoas recuperadas da doença, e Vila de Rei teve um doente, também já considerado curado. No total dos 13 municípios da região do Médio Tejo há um acumulado de 156 casos confirmados de covid-19, sendo que 97 pessoas estão recuperadas do vírus.

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A Delegada de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo, Maria dos Anjos Esperança, deu conta da preocupação com os sete novos casos positivos, tendo referido que os cidadãos são todos residentes na região, situação que levou a responsável a pronunciar-se sobre o aliviar das medidas restritivas e da abertura gradual do confinamento, tendo apelado ao uso da máscara e ao distanciamento social.

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Torres Novas (38), Ourém (36), Tomar e Abrantes (19), Alcanena e Entroncamento (11), Vila Nova da Barquinha (7), Constância (3), Ferreira do Zêzere e Mação (2) e Sardoal (1) e a par de duas mortes [em Tomar (1) e em Alcanena (1)], são os dados acumulados referentes ao ACES Médio Tejo ao dia de hoje [segunda-feira] e validados por Maria dos Anjos Esperança, Delegada de Saúde Pública.

Ainda pelo Médio Tejo, na área territorial da CIM Médio Tejo, mas ligados ao ACES do Pinhal Interior Sul, há sete casos positivos a registar, seis (6) dos quais na Sertã e um (1) em Vila de Rei. Um doente em Vila de Rei e dois na Sertã já foram dados como recuperados. Assim, os 13 concelhos da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo têm até esta segunda-feira, dia 04 de maio, um total de 156 pessoas infetadas pela covid-19, das quais resultaram duas mortes e 97 pessoas recuperadas.

O ACES Médio Tejo abrange 11 municípios e cerca de 225 mil utentes/frequentadores, sendo composto pelos municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.

Vila de Rei e Sertã estão ligados ao ACES do Pinhal Interior Sul.

Gavião e Ponte de Sor, no Alto Alentejo, continuam sem registar casos de covid-19. No entanto, na página da Direção Geral da Saúde (DGS), o concelho de Ponte de Sor surge com três casos confirmados, tendo o mediotejo.net apurado que os dados reportam-se a pessoas que há muito não residem naquele município, tendo, no entanto, ainda ali registada a sua residência.

Na Lezíria do Tejo a Chamusca regista nove casos, entre os quais uma pessoa recuperada e um óbito a lamentar. A Golegã tem dois casos confirmados. No total, a a região da Lezíria soma 11 óbitos: Santarém (3), Benavente (2), Salvaterra de Magos (2), Almeirim (1), Chamusca (1), Cartaxo (1) e Coruche (1).

A Lezíria do Tejo apresentava até às 17:30 de domingo um total acumulado de 300 doentes, dos quais 106 casos no concelho de Santarém, 49 em Benavente, 40 em Coruche, 33 no Cartaxo, 21 em Almeirim, 16 em Rio Maior, 14 em Salvaterra de Magos, e 9 em Alpiarça, segundo dados recolhidos pela Rede Regional.

O distrito de Santarém soma assim, às 19:30 de hoje, 448 casos (300 na Lezíria do Tejo e 149 no Médio Tejo), e um total de 13 óbitos (11 na Lezíria e dois no ACES Médio Tejo). A Lezíria do Tejo apresentava 141 doentes recuperados e o ACES Médio Tejo tem agora 94, o que dá um total de 235 pessoas recuperadas do vírus.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 247 mil mortos e infetou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Em Portugal, morreram 1.063 pessoas das 25.524 confirmadas como infetadas, e há 1.712 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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