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Covid-19 | ACES Médio Tejo tem 211 novas infeções em 24 horas e média de 230 casos por dia na última semana

O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo contabiliza 211 infeções por covid-19 nas últimas 24 horas, num dia em que Portugal regista 278 mortes e 13.200 infeções. Os casos neste ACES foram contabilizados em Abrantes (+45), Tomar (+43), Torres Novas (+33), Ourém (+32), Alcanena (+16), Entroncamento (+14), Ferreira do Zêzere (+10), Mação (+9), Constância (+4), Vila Nova da Barquinha (+3), e Sardoal (+2).

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Uma das situações mais graves decorre em Abrantes, num surto que envolve um total de 77 pessoas, entre utentes e funcionários, no Lar da Santa Casa da Misericórdia, num surto que causou três óbitos nas últimas 24 horas. Além de um surto numa casa de acolhimento em Mouriscas, há hoje a registar mais dois surtos em casas de acolhimento em Chaínça e em Alferrarede.

A delegada de Saúde Pública disse que estamos a terminar uma semana muito complicada, com uma média de 230 casos por dia. Maria dos Anjos Esperança deu ainda conta da evolução favorável dos surtos em curso nos lares em Tomar, nomeadamente no lar de São Mateus com todos os utentes já negativos e quatro funcionários ainda positivos, e o Lar de São Pedro, como todos os utentes estáveis. A responsável revelou ainda a existência de vários casos nas autoridades policiais da região, nomeadamente de três infeções na Escola Prática de Polícia, em Torres Novas.

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ÁUDIO: DELEGADA DE SAÚDE PÚBLICA, MARIA DOS ANJOS ESPERANÇA

Nos 11 municípios do ACES Médio Tejo há hoje um total acumulado de 11.155 casos desde o início da pandemia (+211), sendo o concelho de Ourém o que regista maior número de casos, com 2673 infeções (+32), seguido por Tomar, com 2083 (+43), Torres Novas com 1808 (+33), Abrantes, com 1309 (+45), Entroncamento, com 985 (+14), Alcanena, com 862 (+16), Ferreira do Zêzere, com 503 (+10) Mação, com 402 (+9), Vila Nova da Barquinha, com 227 (+3), Sardoal, com 155 (+2), e Constância, com 148 casos (+4).

No ACES Médio Tejo estão hoje 833 pessoas em vigilância ativa (-15). Alcanena tem 171 cidadãos nesta condição, seguido de Torres Novas (103), Mação (84), Tomar (80), Ferreira do Zêzere (76), Ourém (72), Entroncamento (70), Abrantes (68), Sardoal (50), Vila Nova da Barquinha (45), e Constância (14).

O ACES Médio Tejo regista um total acumulado de 11.155 pessoas infetadas (+211), 5988 recuperadas (+114), 833 pessoas em vigilância ativa (-15) e 226 óbitos.

Sertã tem 577 casos (+12) e Vila de Rei 106 (+49) desde o início da pandemia

No ACES do Pinhal Interior Sul (PIS), o município da Sertã apresenta um total acumulado de 577 pessoas infetadas, das quais 438 recuperadas da doença. A Sertã tem 130 casos ativos e 193 pessoas em vigilância ativa. Há registo de seis óbitos e três doentes com covid-19 transferidos.

Vila de Rei, por sua vez, registava um total de 106 casos de infeção (+49) desde o início da pandemia, 74 dos quais ativos e 31 pessoas recuperadas. Há informação de um óbito relativo a uma pessoa positiva hospitalizada e que faleceu no CHMT. O ACES PIS informou que ainda não conseguiu apurar a causa da morte, apesar do doente estar internado com covid-19. Vila de Rei tem 36 pessoas em vigilância.

Região do Médio Tejo com total de 11.838 casos e 233 óbitos nos 13 municípios

Com cerca de 250 mil habitantes, os 13 municípios do Médio Tejo somam um total de 11.838 casos de infeção pelo novo coronavírus (+272), das quais 11.155 no ACES Médio Tejo e 682 no ACES Pinhal Interior Sul (577 na Sertã e 106 em Vila de Rei). Há um total de 6.457 pessoas recuperadas (5988 no ACES Médio Tejo, um total de 438 na Sertã e 31 em Vila de Rei (ACES PIS), a par de 233 óbitos (226 no ACES Médio Tejo e 7 no ACES PIS).

O ACES Médio Tejo abrange a área territorial de 11 municípios com cerca de 235 mil utentes, e abrange as unidades de saúde de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila nova da Barquinha, numa área territorial de 2.706,10 Km’s quadrados.

Os municípios da Sertã e Vila de Rei fazem parte do Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo na divisão político-administrativa mas em termos de Saúde estão ligados ao ACES do Pinhal Interior Sul (PIS) que abrange ainda os concelhos de Proença-a-Nova e Oleiros, num total de cerca de 30 mil utentes.

Ponte de Sor com 718 casos (+10) e Gavião com 174 (+1) casos acumulados

No Alto Alentejo, Ponte de Sor apresenta hoje um total acumulado de 718 casos positivos desde o início da pandemia (+10). Pelo menos cinco dos casos são relativos a pessoas que não residem no concelho e que não atualizaram a sua residência fiscal, pelo que o município refere apenas a ocorrência de 713 casos, dos quais 427 estão recuperados e 270 estão ativos. Há 16 óbitos (+3) a lamentar no concelho.

Gavião, por sua vez, apresenta um total acumulado de 174 casos (+1) de covid-19, dos quais 137 pessoas estão recuperadas da doença. Há quatro óbitos a lamentar e 33 casos ativos no concelho.

Lezíria com 11.542 casos (+381) e 269 óbitos (+6) desde o início da pandemia

A Lezíria do Tejo apresenta hoje 381 novos casos de infeção por SARS-CoV-2, 150 pessoas recuperadas da doença e 6 óbitos. Os municípios da Lezíria têm um total acumulado de 11.542 infeções registadas, das quais 3692 casos no concelho de Santarém, segundo a Rede Regional. A Chamusca tem um total de 408 casos confirmados (+1) e 13 óbitos, e a Golegã tem 196 infeções e oito óbitos.

A região da Lezíria acumula 269 óbitos, 95 dos quais em Santarém, e 7.842 pessoas recuperadas da doença.

Distrito de Santarém com total de 22.697 casos e 495 óbitos

O distrito de Santarém soma um total acumulado de 22.697 casos confirmados de doença (11.542 na Lezíria do Tejo e 11.155 no ACES Médio Tejo), e um total de 495 óbitos (269 na Lezíria e 226 no ACES Médio Tejo).  A Lezíria apresenta um total de 7.842 recuperados e o ACES Médio Tejo 5988, o que dá um total de 13.830 pessoas recuperadas da doença.

Portugal com 278 mortes e 13.200 casos de infeção nas últimas 24 horas

Portugal registou hoje 278 mortes relacionadas com a covid-19 e 13.200 casos de infeção com o novo coronavirus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O boletim revela também que estão internadas 6.627 pessoas internadas, mais 62 do que na quinta-feira, das quais 806 em unidades de cuidados intensivos, ou seja, mais 24, dois valores que representam novos máximos da fase pandémica.

O número de internamentos está a subir desde o dia 01 de janeiro, dia em que estavam 2.806 pessoas internadas. Desde o início da pandemia, Portugal já registou 11.886 mortes associadas à covid-19 e 698.583 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 181.811 casos, mais 1.735 do que na terça-feira.

O boletim regista ainda que mais 11.187 pessoas foram dadas como recuperadas, fazendo subir para 504.886 o número de recuperados desde o início da pandemia em Portugal.

As autoridades de saúde têm em vigilância 225.507 contactos, mais 2.357 relativamente ao dia anterior. Relativamente às 278 mortes registadas nas últimas 24 horas, 137 ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, 70 na região Norte, 53 na região Centro, 14 no Alentejo, 3o na região do Algarve e uma na região Autónoma da Madeira.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificadas 7.123 novas infeções, contabilizando-se até agora 251.242 casos e 4.546 mortes. Lisboa e Vale do Tejo tem 53,9 por cento dos novos casos registados nas últimas 24 horas e 49,2 por cento dos óbitos.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos. Do total de 11.886 mortes, 7.996 eram pessoas com mais de 80 anos, 2.451 com idades entre os 70 e os 79 anos e 9991 tinham entre os 60 e os 69 anos.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.191.865 mortos resultantes de mais de 101 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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