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Domingo, Setembro 19, 2021

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Covid-19 | ACES Médio Tejo soma 169 casos numa semana, jovens começam a ser vacinados

O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo registou na última semana um total de 169 novos casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 nos seus 11 municípios (contra 184 na semana anterior), período no qual há a assinalar 229 pessoas recuperadas da doença (280 a semana passada) e 4 óbitos (um Abrantes e três em Torres Novas), que se juntam aos três óbitos da semana anterior. Números que se mantêm elevados para esta altura do ano, segundo os especialistas, e a cerca de um mês do início do novo ano letivo.

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Os centros de vacinação vão encher-se este fim de semana, numa operação para vacinar em dois dias os jovens de 16 e 17 anos, com mais de 100 mil marcações feitas e a possibilidade de recorrer à “Casa Aberta”. No total, há cerca de 102 mil jovens com marcação para a toma da primeira dose da vacina contra a covid-19 e vão todos fazê-lo entre sábado e domingo.

À semelhança dos mais novos, estes jovens serão inoculados com a vacina da Pfizer, cujo intervalo entre doses, atualmente definido pela norma da DGS, é de 21 dias. Assim, no fim de semana de 04 e 05 de setembro voltam para receber a segunda dose, de forma a terem a vacinação completa antes do início do ano letivo, que arranca entre 14 e 17 de setembro. Depois desta faixa etária, os dois fins de semana seguintes serão dedicados aos jovens entre os 12 e 15 anos, que deverão ter as duas doses até 19 de setembro.

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Ainda na sub-região do Médio Tejo, o ACES Pinhal Interior Sul (PIS), Vila de Rei teve quatro novos casos de infeção registados na última semana ao passo que a Sertã teve 11 pessoas recuperadas da doença em 7 dias. 

No ACES Médio Tejo há um total de 14.314 infeções desde o início da pandemia. Ourém tem um total de 3.280 casos (+7 nas últimas 24 horas), seguido de Tomar, com 2701 (+5), Torres Novas, 2234 (+11), Abrantes, com 1756 (+2), Entroncamento, 1299 (+4), Alcanena, 1145 (+3), Ferreira Zêzere, com 635 (-), Mação, com 481 (+2), Vila Nova da Barquinha, com 309 (+1), Constância, com 252 (+2), e Sardoal, com 213 (+1).

O ACES Médio Tejo tem hoje 424 pessoas em vigilância ativa e um total acumulado de 14.314 pessoas infetadas, 13.605 recuperadas, e 391 óbitos. 

Sertã tem 819 casos e Vila de Rei 158 desde o início da pandemia

No ACES do Pinhal Interior Sul (PIS), o município da Sertã apresenta um total acumulado de 819 pessoas infetadas, das quais 809 recuperadas da doença. A Sertã tem hoje um caso ativos e 7 pessoas em vigilância. Há registo de nove óbitos.

Vila de Rei, por sua vez, regista um total de 158 casos de infeção desde o início da pandemia, 145 pessoas recuperadas da doença e 4 casos ativos. Há 9 óbitos a registar, segundo os dados do ACES PIS. Vila de Rei tem 23 pessoas em vigilância ativa.

Região do Médio Tejo com total de 15.291 casos e 409 óbitos nos 13 municípios

Com cerca de 250 mil habitantes, os 13 municípios do Médio Tejo somam 15.291 casos de infeção pelo novo coronavírus, das quais 14.314 no ACES Médio Tejo e 977 no ACES Pinhal Interior Sul (819 na Sertã e 158 em Vila de Rei). Há um total de 14.559 pessoas recuperadas (13.605 no ACES Médio Tejo, um total de 809 na Sertã e 145 em Vila de Rei (ACES PIS), a par de 409 óbitos (391 no ACES Médio Tejo e 18 no ACES PIS).

O ACES Médio Tejo abrange a área territorial de 11 municípios com cerca de 235 mil utentes, e abrange as unidades de saúde de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila nova da Barquinha, numa área territorial de 2.706,10 Km’s quadrados.

Os municípios da Sertã e Vila de Rei fazem parte do Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo na divisão político-administrativa mas em termos de Saúde estão ligados ao ACES do Pinhal Interior Sul (PIS) que abrange ainda os concelhos de Proença-a-Nova e Oleiros, num total de cerca de 30 mil utentes.

Ponte de Sor com 951 casos e Gavião com 210 casos acumulados

No Alto Alentejo, Ponte de Sor apresenta um total acumulado de 951 casos positivos desde o início da pandemia, dos quais 869 estão recuperados. Há 48 casos ativos naquele concelho e 34 óbitos a lamentar devido à covid-19.

Gavião, por sua vez, apresenta um total acumulado de 210 casos de covid-19, dos quais 200 pessoas estão dadas como recuperadas da doença. Há sete óbitos a lamentar e três casos ativos no concelho, segundo a informação mais recente dada pela autarquia.

Mortalidade em Portugal vai manter-se “provavelmente elevada” – relatório

A mortalidade por covid-19 “manter-se-á provavelmente elevada” em Portugal, embora o ritmo de crescimento esteja a abrandar, e as infeções com o coronavírus têm tendência a decrescer, revela o relatório de monitorização das ‘linhas vermelhas’ divulgado sexta-feira.

Segundo o relatório, publicado todas as sextas-feiras pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Insa), “a mortalidade por covid-19 manter-se-á provavelmente elevada, mas o ritmo de crescimento está a abrandar”.

O documento assinala que a mortalidade por covid-19 em Portugal – 18,6 óbitos em 14 dias por um milhão de habitantes – “está acima do limiar preconizado” pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças.

O relatório de monitorização das linhas vermelhas para a covid-19 refere que “a atividade epidémica” do coronavírus SARS-CoV-2, que causa a doença respiratória covid-19, continua com “elevada intensidade”, mas “com tendência decrescente a nível nacional”, sendo “estável nas regiões Centro e Alentejo”.

Apenas no Algarve foi observada uma incidência superior ao limiar de 480 casos em 14 dias por 100 mil habitantes (719). A nível nacional, o número de novos casos de infeção por 100 mil habitantes, nos últimos 14 dias, foi de 317.

Nos idosos, grupo etário mais vulnerável, o número de novos casos de infeção por 100 mil habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 126, com “tendência estável a decrescente a nível nacional”.

A pressão sobre os cuidados de saúde “tem tendência decrescente”, salienta o documento da DGS e do Insa, realçando que o número de internados em unidades hospitalares de cuidados intensivos em Portugual continental demonstra “uma tendência estável a decrescente, correspondendo a 66% do valor crítico definido de 255 camas ocupadas”.

O índice de transmissibilidade (Rt) é, a nível nacional, de 0,95, “indicando uma tendência decrescente da incidência de infeções por SARS-CoV-2”. No Alentejo é superior, de 1,01, mas “corresponde a uma tendência de incidência aproximadamente constante nesta região”.

De acordo com o relatório, nos últimos sete dias houve uma diminuição no número de testes para deteção do SARS-CoV-2, sendo que pelo menos 94% dos casos de infeção foram isolados em menos de 24 horas após a notificação e em 78% dos casos foram “rastreados e isolados, quando necessário, todos os contactos”.

A proporção de casos de infeção notificados com atraso aumentou esta semana para 4,4% (na semana passada foi de 3,6%), mas mantém-se abaixo do limiar de 10,0%, ressalva o documento.

A variante Delta do SARS-CoV-2, mais contagiosa e pela primeira vez identificada na Índia, domina em todas as regiões do país, com uma “frequência relativa” de 98,9% dos casos avaliados na semana de 26 de julho a 01 de agosto.

A covid-19 provocou pelo menos 4.333.013 mortes em todo o mundo, entre mais de 205,3 milhões de infeções registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência noticiosa AFP.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.537 pessoas e foram registados 998.547 casos de infeção, de acordo com o boletim atualizado da DGS.

O novo coronavírus SARS-CoV-2, um tipo de vírus, foi detetado no final de 2019 em Wuhan, uma cidade do centro da China, e disseminou-se rapidamente pelo mundo.

Existem quatro variantes do SARS-CoV-2 consideradas preocupantes pela Organização Mundial da Saúde, sendo a Delta a mais transmissível.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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