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Sábado, Maio 8, 2021

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Covid-19 | ACES Médio Tejo com 4 novos casos de infeção mantém municípios em risco moderado

O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo registou 4 novos casos de infeção por covid-19 nas últimas 24 horas, dois dos quais em Abrantes, um em Alcanena e um Tomar, mantendo a região do Médio Tejo os 13 municípios em risco moderado.

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Em relação à vacinação que estava agendada para este fim-de-semana (10 e 11 de abril) a docentes e não docentes a mesma foi adiada uma semana, tendo o ACES Médio Tejo dado conta ao nosso jornal que está “a terminar a primeira fase da vacinação contra a Covid-19, estando previsto, na próxima semana, o início da segunda fase de vacinação a utentes entre os 65 e os 79 anos”. O processo de inoculação dos professores sofreu um atraso de uma semana, devido às restrições introduzidas na utilização da vacina da AstraZeneca, deu conta o coordenador da ‘task force’ responsável pelo plano de vacinação contra a covid-19.

Nos 11 municípios do ACES Médio Tejo há hoje um total acumulado de 12.778 infeções desde o início da pandemia (+4), sendo Ourém o que regista maior número de casos, com 3.004 infeções (-), seguido de Tomar, com 2488 (+1), Torres Novas, com 1988 (-), Abrantes, com 1528 (+2), Entroncamento, com 1101 (-), Alcanena, com 1020 (+1), Ferreira do Zêzere, com 612 (-), Mação, com 429 (-), Vila Nova da Barquinha, com 266 (-), Sardoal, com 180 (-), e Constância, com 164 casos (-).

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No ACES Médio Tejo estão hoje 71 pessoas em vigilância ativa (-). Ourém tem 18 cidadãos nesta condição, seguido por Vila Nova da Barquinha (11), Tomar (11), Alcanena (9), Entroncamento (8), Abrantes (5), Torres Novas (5), Sardoal (4), Mação (-), Constância (-), e Ferreira do Zêzere (-).

O ACES Médio Tejo regista um total acumulado de 12.778 pessoas infetadas (+4), 12.325 recuperadas (-), 71 pessoas em vigilância ativa (-) e 375 óbitos (-).

Sertã tem 679 casos (-) e Vila de Rei 149 (-) desde o início da pandemia

No ACES do Pinhal Interior Sul (PIS), o município da Sertã apresentava ontem um total acumulado de 679 pessoas infetadas, das quais 670 recuperadas da doença. A Sertã não tem nenhum caso ativo e mantém três pessoas em vigilância. Há registo de nove óbitos.

Vila de Rei, por sua vez, registava um total de 149 casos de infeção desde o início da pandemia, 139 pessoas recuperadas da doença e um caso ativo. Há 9 óbitos a registar, segundo os dados do ACES PIS. Vila de Rei tem 2 pessoas em vigilância.

Região do Médio Tejo com total de 13.606 casos e 393 óbitos nos 13 municípios

Com cerca de 250 mil habitantes, os 13 municípios do Médio Tejo somam 13.606 casos de infeção pelo novo coronavírus, das quais 12.778 no ACES Médio Tejo e 828 no ACES Pinhal Interior Sul (679 na Sertã e 149 em Vila de Rei). Há um total de 13.134 pessoas recuperadas (12.325 no ACES Médio Tejo, um total de 670 na Sertã e 139 em Vila de Rei (ACES PIS), a par de 393 óbitos (375 no ACES Médio Tejo e 18 no ACES PIS).

O ACES Médio Tejo abrange a área territorial de 11 municípios com cerca de 235 mil utentes, e abrange as unidades de saúde de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila nova da Barquinha, numa área territorial de 2.706,10 Km’s quadrados.

Os municípios da Sertã e Vila de Rei fazem parte do Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo na divisão político-administrativa mas em termos de Saúde estão ligados ao ACES do Pinhal Interior Sul (PIS) que abrange ainda os concelhos de Proença-a-Nova e Oleiros, num total de cerca de 30 mil utentes.

Ponte de Sor com 814 casos (-) e Gavião com 194 (-) casos acumulados

No Alto Alentejo, Ponte de Sor apresenta um total acumulado de 814 casos positivos desde o início da pandemia (-), dos quais 781 estão recuperados (-) e nenhum está ativo. Há 33 óbitos a lamentar no concelho devido à covid-19 (-).

Gavião, por sua vez, apresenta um total acumulado de 194 casos (-) de covid-19, dos quais 187 pessoas estão dadas como recuperadas da doença (-). Há sete óbitos (-) a lamentar e nenhum caso ativo no concelho.

Lezíria com 14.926 casos (+20) e 472 óbitos desde o início da pandemia

A Lezíria do Tejo apresenta um total de 14.926 casos de infeção por SARS-CoV-2, dos quais 4.403 casos no concelho de Santarém. A Chamusca tem um total de 472 casos confirmados e 17 óbitos, e a Golegã tem 266 infeções e 10 óbitos.

A região da Lezíria acumula 472 óbitos, 150 dos quais em Santarém, e 14.296 pessoas recuperadas da doença (+10). O município de Rio Maior é o que gera mais preocupações sendo um dos concelhos no continente acima do limiar de risco de incidência da covid-19 e que pode não avançar no desconfinamento caso a situação se mantenha na próxima avaliação do Governo. Rio Maior tem hoje 43 casos ativos e Almeirim 32 casos ativos.

Distrito de Santarém com total de 27.704 casos e 847 óbitos

O distrito de Santarém regista um total de 27.704 casos confirmados de doença (14.926 na Lezíria do Tejo e 12.778 no ACES Médio Tejo), e 847 óbitos (472 na Lezíria e 375 no ACES Médio Tejo) desde início da pandemia. A Lezíria apresenta 14.296 recuperados e o ACES Médio Tejo 12.325, o que dá um total de 26.619 pessoas recuperadas da doença.

Mais 6 mortes e 566 casos em Portugal nas últimas 24 horas

Portugal registou nas últimas 24 horas mais seis mortes por covid-19 e 566 novos casos de infeção com o coronavírus SARS-CoV-2, bem como uma diminuição de seis doentes internados nos cuidados intensivos.

Segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direção-Geral da Saúde, o número de pessoas internadas em enfermaria manteve-se nos 466, estando agora 113 doentes com covid-19 nos cuidados intensivos.

Existem ainda mais 335 contactos em vigilância, fazendo subir este número para 17.742.

De acordo com o relatório da situação da pandemia no país, foram dadas como recuperadas mais 410 pessoas, relativamente a sábado, totalizando 784.618 desde o início da pandemia.

Por outro lado, foram registados mais 150 casos ativos, totalizando agora 25.960.

Desde o início da pandemia, foram diagnosticados em Portugal 827.494 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, que provoca a doença covid-19, que foi causa de morte para 16.916 pessoas.

A região de Lisboa e Vale do Tejo registou um terço, e o maior aumento face a sábado, dos casos diagnosticados nas últimas 24 horas (200, num total de 313.615).

Segue-se a região Norte, com 183, contabilizando um total de 332.412.

A região Centro ocupa o terceiro lugar no número de novos casos, registando 62 (117.790 no total), seguindo-se os Açores com 41 (4.350 desde o início da pandemia), o Algarve com 33 (21.146 no total), a Madeira com 31 (8.835 no total) e o Alentejo com 16 (29.346 no total).

Quatro das seis mortes registadas das últimas 24 horas aconteceram na região de Lisboa e Vale do Tejo, aumentando para 7.170 o número total de óbitos desde o início da pandemia. As outras duas mortes ocorreram na região Norte (num total de 5.321).

Desde o início da pandemia em Portugal, em março do ano passado, foram atribuídas à covid-19 3.003 mortes na região Centro, 970 mortes no Alentejo, 355 no Algarve, 68 na Madeira e 29 nos Açores.

O SARS-CoV-2 já infetou em Portugal pelo menos 452.098 mulheres e 375.100 homens, com 296 casos de sexo desconhecido sob investigação, uma vez que esses dados não são fornecidos de forma automática.

A maior parte dos casos confirmados de contágio aconteceu na faixa etária entre os 40 e os 49 anos.

A covid-19 vitimou em Portugal 8.886 homens e 8.030 mulheres, de acordo com o relatório, que indica que a maioria das mortes aconteceu na faixa etária acima dos 80 anos.

Em Portugal foram já administradas 2.121.998 doses de vacina contra a covid-19, das quais, 1.520.991 primeiras doses e 601.007 segundas doses.

Segundo um relatório publicado hoje pela agência AFP, a pandemia de covid-19, transmitida pelo coronavírus SARS-CoV-2 e detetada pela primeira vez na China, no final de 2019, provocou, pelo menos, 2.929.563 mortos no mundo, resultantes de mais de 135,3 milhões de casos de infeção.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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