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Quinta-feira, Maio 13, 2021

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Covid-19 | ACES Médio Tejo com três novos casos arranca para a semana com nova fase de vacinação

O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo registou 3 novos casos de infeção por covid-19 nas últimas 24 horas, dois dos quais em Abrantes e um em Tomar. Portugal registou nas últimas 24 horas mais seis mortes por covid-19 e 601 novos casos de infeção com o coronavírus SARS-CoV-2, bem como uma diminuição de nove doentes internados nos cuidados intensivos.

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Em relação à vacinação que estava agendada para este fim-de-semana (10 e 11 de abril) a docentes e não docentes a mesma foi adiada uma semana, tendo o ACES Médio Tejo dado conta ao nosso jornal que está “a terminar a primeira fase da vacinação contra a Covid-19, estando previsto, na próxima semana, o início da segunda fase de vacinação a utentes entre os 65 e os 79 anos”. O processo de inoculação dos professores sofreu um atraso de uma semana, devido às restrições introduzidas na utilização da vacina da AstraZeneca, deu conta o coordenador da ‘task force’ responsável pelo plano de vacinação contra a covid-19.

Nos 11 municípios do ACES Médio Tejo há hoje um total acumulado de 12.774 infeções desde o início da pandemia (+3), sendo Ourém o que regista maior número de casos, com 3.004 infeções (-), seguido de Tomar, com 2487 (+1), Torres Novas, com 1988 (-), Abrantes, com 1526 (+2), Entroncamento, com 1101 (-), Alcanena, com 1018 (-), Ferreira do Zêzere, com 612 (-), Mação, com 429 (-), Vila Nova da Barquinha, com 266 (-), Sardoal, com 180 (-), e Constância, com 164 casos (-).

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No ACES Médio Tejo estão hoje 71 pessoas em vigilância ativa (-). Ourém tem 18 cidadãos nesta condição, seguido por Vila Nova da Barquinha (11), Tomar (11), Alcanena (9), Entroncamento (8), Abrantes (5), Torres Novas (5), Sardoal (4), Mação (-), Constância (-), e Ferreira do Zêzere (-).

O ACES Médio Tejo regista um total acumulado de 12.774 pessoas infetadas (+3), 12.325 recuperadas (-), 71 pessoas em vigilância ativa (-) e 375 óbitos (-).

Sertã tem 679 casos (-) e Vila de Rei 149 (-) desde o início da pandemia

No ACES do Pinhal Interior Sul (PIS), o município da Sertã apresenta um total acumulado de 679 pessoas infetadas, das quais 670 recuperadas da doença. A Sertã não tem nenhum caso ativo e mantém três pessoas em vigilância. Há registo de nove óbitos na Sertã.

Vila de Rei, por sua vez, registava um total de 149 casos de infeção desde o início da pandemia, 139 pessoas recuperadas da doença e um caso ativo. Há 9 óbitos a registar, segundo os dados do ACES PIS. Vila de Rei tem 9 pessoas em vigilância.

Região do Médio Tejo com total de 13.602 casos e 393 óbitos nos 13 municípios

Com cerca de 250 mil habitantes, os 13 municípios do Médio Tejo somam 13.602 casos de infeção pelo novo coronavírus, das quais 12.774 no ACES Médio Tejo e 828 no ACES Pinhal Interior Sul (679 na Sertã e 149 em Vila de Rei). Há um total de 13.134 pessoas recuperadas (12.325 no ACES Médio Tejo, um total de 670 na Sertã e 139 em Vila de Rei (ACES PIS), a par de 393 óbitos (375 no ACES Médio Tejo e 18 no ACES PIS).

O ACES Médio Tejo abrange a área territorial de 11 municípios com cerca de 235 mil utentes, e abrange as unidades de saúde de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila nova da Barquinha, numa área territorial de 2.706,10 Km’s quadrados.

Os municípios da Sertã e Vila de Rei fazem parte do Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo na divisão político-administrativa mas em termos de Saúde estão ligados ao ACES do Pinhal Interior Sul (PIS) que abrange ainda os concelhos de Proença-a-Nova e Oleiros, num total de cerca de 30 mil utentes.

Ponte de Sor com 814 casos (-) e Gavião com 194 (-) casos acumulados

No Alto Alentejo, Ponte de Sor apresenta um total acumulado de 814 casos positivos desde o início da pandemia (-), dos quais 781 estão recuperados (-) e nenhum está ativo. Há 33 óbitos a lamentar no concelho devido à covid-19 (-).

Gavião, por sua vez, apresenta um total acumulado de 194 casos (-) de covid-19, dos quais 187 pessoas estão dadas como recuperadas da doença (-). Há sete óbitos (-) a lamentar e nenhum caso ativo no concelho.

Lezíria com 14.906 casos (+9) e 472 óbitos desde o início da pandemia

A Lezíria do Tejo apresenta um total de 14.906 casos de infeção por SARS-CoV-2, dos quais 4.403 casos no concelho de Santarém. A Chamusca tem um total de 472 casos confirmados e 17 óbitos, e a Golegã tem 265 infeções e 10 óbitos.

A região da Lezíria acumula 472 óbitos, 150 dos quais em Santarém, e 14.286 pessoas recuperadas da doença (+17). O município de Rio Maior é o que gera mais preocupações sendo um dos concelhos no continente acima do limiar de risco de incidência da covid-19 e que pode não avançar no desconfinamento caso a situação se mantenha na próxima avaliação do Governo, dentro de duas semanas.

Distrito de Santarém com total de 27.680 casos e 847 óbitos

O distrito de Santarém regista um total de 27.680 casos confirmados de doença (14.906 na Lezíria do Tejo e 12.774 no ACES Médio Tejo), e 847 óbitos (472 na Lezíria e 375 no ACES Médio Tejo) desde início da pandemia. A Lezíria apresenta 14.286 recuperados e o ACES Médio Tejo 12.325, o que dá um total de 26.609 pessoas recuperadas da doença.

Mais 6 mortes e 601 casos em Portugal nas últimas 24 horas

Portugal registou nas últimas 24 horas mais seis mortes por covid-19 e 601 novos casos de infeção com o coronavírus SARS-CoV-2, bem como uma diminuição de nove doentes internados nos cuidados intensivos.

Segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direção-Geral da Saúde, há menos 20 pessoas internadas em enfermaria face a sexta-feira, sendo agora 466, estando 119 doentes com covid-19 nos cuidados intensivos.

Existem ainda mais 535 contactos em vigilância, fazendo subir este número para 17.407.

De acordo com o relatório da situação da pandemia no país, foram dadas como recuperadas mais 685 pessoas, relativamente a sexta-feira, que totalizam 784.208 desde o início da pandemia.

Por outro lado, foram registados menos 90 casos ativos, totalizando agora 25.810.

Desde o início da pandemia, foram diagnosticados em Portugal 826.928 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, que provoca a doença covid-19, e morreram 16.910 pessoas.

A região Norte registou o maior aumento dos casos diagnosticados nas últimas 24 horas (216, mais de um terço do total, contabilizando 332.229), seguindo-se a região de Lisboa e Vale do Tejo (153, num total de 313.415).

A região dos Açores ocupa o terceiro lugar no número de novos casos, com 75 novas infeções, mais do dobro em relação a sexta-feira (4.309 desde o início da pandemia).

A região Centro registou 64 novos casos (117.728 no total), o Algarve 59 (21.113 no total), a Madeira 18 (8.804 no total) e o Alentejo 16 (29.330 no total).

Metade das mortes registadas das últimas 24 horas aconteceu na região de Lisboa e Vale do Tejo (três), aumentando para 7.166 o número total de óbitos desde o início da pandemia. As outras três mortes dividem-se pelas regiões Norte (duas, num total de 5.319) e Centro (uma, num total de 3.003).

Desde o início da pandemia em Portugal, em março do ano passado, foram atribuídas à covid-19 970 mortes no Alentejo, 355 no Algarve, 68 na Madeira e 29 nos Açores.

O SARS-CoV-2 já infetou em Portugal pelo menos 451.807 mulheres e 374.826 homens, com 295 casos de sexo desconhecido sob investigação, uma vez que esses dados não são fornecidos de forma automática.

A maior parte dos casos confirmados de contágio aconteceu na faixa etária entre os 40 e os 49 anos.

A covid-19 vitimou em Portugal 8.881 homens e 8.029 mulheres, de acordo com o relatório, que indica que a maioria das mortes aconteceu na faixa etária acima dos 80 anos.

Em Portugal foram já administradas 2.109.087 doses de vacina contra a covid-19, das quais, 1.510.186 primeiras doses e 598.901 segundas doses.

Segundo um relatório publicado hoje pela agência AFP, a pandemia provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2 matou pelo menos 2.917.316 em todo o mundo desde que a Organização Mundial de Saúde relatou o início da doença, na China, no final de dezembro de 2019.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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