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Sexta-feira, Janeiro 21, 2022
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Covid-19 | ACES Médio Tejo com 792 infeções em dia de novo máximo nacional

Portugal registou 40.945 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, um novo máximo desde o início da pandemia, e mais 20 mortes associadas à covid-19, indicou a Direção-Geral da Saúde (DGS). O ACES Médio Tejo registou 792 casos nas últimas 24 horas, com Ourém a somar 188 novas infeções, seguido por Tomar (169), Torres Novas (125), Abrantes (104), Entroncamento (99), Alcanena (30), Vila Nova da Barquinha (22), Ferreira do Zêzere (21), Sardoal (13), Mação (11) e Constância (10).

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O maior número de novas infeções tinha acontecido a 05 de janeiro deste ano, quando se registaram 39.570 novos casos. O boletim epidemiológico diário da DGS regista um aumento do número de pessoas internadas em enfermaria, contabilizando hoje 1.635 internamentos, mais 71 do que na terça-feira, bem como um crescimento nas unidades de cuidados intensivos (mais 14), totalizando agora 167.

Os casos ativos voltaram a aumentar nas últimas 24 horas, totalizando 276.894, mais 7.443 do que na terça-feira, e recuperaram da doença 33.482 pessoas, o que aumenta o total nacional de recuperados para 1.438.268.

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Das 20 mortes, 14 ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, cinco no Norte e uma no Algarve.

Os internamentos em enfermaria e cuidados intensivos são os mais elevados desde há 10 meses, quando a 06 de março estavam internados 1.708 doentes e a 21 de março estavam nas unidades de cuidados intensivos 170.

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No entanto e em comparação com a situação registada em Portugal no mesmo dia há um ano, em que foram contabilizadas 7.259 novas infeções, o país tem hoje mais 33.686 novos casos.

Nesta comparação, o número de internamentos é significativamente inferior, uma vez que há um ano estavam internadas 4.043 pessoas, 599 das quais em cuidados intensivos, havendo também agora menos óbitos (no mesmo dia de 2021, o boletim da DGS contabilizava 155 mortes nas 24 horas anteriores).

O Norte foi a região com mais novos casos diagnosticados nas últimas 24 horas, 15.943, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo (15.293), o Centro (4.850), a Madeira (2.046), o Algarve (1.241), o Alentejo (1.133() e os Açores (439).

Em relação ao dia anterior, as autoridades de saúde têm mais 12.262 contactos em vigilância, totalizando 236.992 pessoas.

Segundo os dados da DGS, 14 das 20 vítimas mortais tinham mais de 80 anos, quatro estavam na faixa etária dos 70 aos 79 anos e uma entre os 60 e os 69 anos.

O maior número de óbitos desde o início da pandemia concentra-se nos idosos com mais de 80 anos (12.416), seguindo-se as faixas etárias entre os 70 e os 79 anos (4.171) e entre os 60 e os 69 anos (1.766).

O maior número de novos casos diagnosticados situa-se no grupo etário entre os 40 e os 49 anos (7.830), seguido dos 30 aos 39 anos (6.884), dos 20 aos 29 anos (6.732), dos 50 e 59 anos (6.029), entre os 10 e 19 anos (4.928), até aos 09 anos (3.128), entre os 60 aos 69 anos (2.987), entre os 70 e 79 anos (1.528) e dos idosos com mais de 80 anos (899).

Já foram contabilizados 1.734.343 casos de infeção, dos quais 813.989 homens e 918.462 mulheres, havendo 1.892 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

A covid-19 provocou 5.503.347 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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