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Covid-19 | ACES Médio Tejo com 33 novas infeções num dia em que Portugal ultrapassa as 15 mil mortes

O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo contabiliza 33 novas infeções por covid-19 nas últimas 24 horas. Há a registar 693 casos de pessoas recuperadas da doença. Os novos casos de infeção foram registados em Entroncamento (+9), Tomar (+7), Alcanena (+7), Ourém (+4), Abrantes (+3), Constância (+1) Mação (+1) e Vila Nova da Barquinha (+1). Portugal registou 2.854 novos casos de infeção e ultrapassou hoje as 15 mil mortes relacionadas com a covid-19 desde o início da pandemia em março de 2020, ao registar nas últimas 24 horas um total de 149 óbitos, segundo a Direção-Geral de Saúde.

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Os números são baixos nesta ultima semana, disse a delegada de Saúde, mas alertou para a população não deve baixar a guarda mantendo todos os cuidados e medidas de proteção. O processo de vacinação contra a covid-19 nesta nova fase arrancou ontem no ACES Médio Tejo com a administração de 102 vacinas em Mação na quinta e sexta-feira a pessoas de 50 ou mais anos, com uma das quatro patologias definidas, e de pessoas com idade igual ou superior a 80 anos, independentemente das patologias pré-existentes. Entre hoje e amanhã, sábado, estão a ser administradas 220 vacinas aos bombeiros da região.

ÁUDIO | MARIA ANJOS ESPERANÇA, DELEGADA SAÚDE PÚBLICA: 

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Nos 11 municípios do ACES Médio Tejo há hoje um total acumulado de 12.328 casos desde o início da pandemia (+33), sendo o concelho de Ourém o que regista maior número de casos, com 2928 infeções (+4), seguido por Tomar, com 2365 (+7), Torres Novas com 1931 (-), Abrantes, com 1469 (+3), Entroncamento, com 1056 (+9), Alcanena, com 981 (+7), Ferreira do Zêzere, com 603 (-), Mação, com 422 (+1), Vila Nova da Barquinha, com 251 (+1), Sardoal, com 162 (-), e Constância, com 160 casos (+1).

No ACES Médio Tejo estão hoje 337 pessoas em vigilância ativa (-43). Ourém tem 77 cidadãos nesta condição, seguido de Alcanena e Torres Novas, com 51, Abrantes, com 45, Tomar, com 42, Mação (27), Entroncamento (22), Constância (6), Sardoal (6), e Vila Nova da Barquinha (6), e Ferreira do Zêzere (4).

O ACES Médio Tejo regista um total acumulado de 12.328 pessoas infetadas (+33), 9.180 recuperadas (+693), 337 pessoas em vigilância ativa (-43) e 307 óbitos (-). A delegada de Saúde disse no início da semana que a mortalidade do vírus se fez refletir de forma especialmente grave em janeiro, mês que registou 148 mortes neste ACES. Ourém tem 69 óbitos, Abrantes 57, Torres Novas 54, Tomar 39, Alcanena 31, Entroncamento 18, Mação 13, Ferreira do Zêzere 12, Vila Nova da Barquinha 7, Sardoal 4, e Constância 3 mortes.

Sertã tem 644 casos (+5) e Vila de Rei 144 (+6) desde o início da pandemia

No ACES do Pinhal Interior Sul (PIS), o município da Sertã apresenta um total acumulado de 644 pessoas infetadas (+5), das quais 584 recuperadas da doença (+23). A Sertã tem 52 casos ativos (-18) e 54 pessoas em vigilância ativa. Há registo de 8 óbitos na Sertã.

Vila de Rei, por sua vez, regista hoje um total de 144 casos de infeção (+6) desde o início da pandemia, 81 dos quais ativos (+1) e 56 pessoas recuperadas (+5). Há 7 óbitos a registar (-), segundo os dados do ACES PIS. Vila de Rei tem 17 pessoas em vigilância.

Região do Médio Tejo com total de 13.116 casos e 322 óbitos nos 13 municípios

Com cerca de 250 mil habitantes, os 13 municípios do Médio Tejo somam um total de 13.116 casos de infeção (+44) pelo novo coronavírus, das quais 12.328 no ACES Médio Tejo e 798 no ACES Pinhal Interior Sul (644 na Sertã e 144 em Vila de Rei). Há um total de 9.820 pessoas recuperadas (9.180 no ACES Médio Tejo, um total de 584 na Sertã e 56 em Vila de Rei (ACES PIS), a par de 322 óbitos (307 no ACES Médio Tejo e 15 no ACES PIS).

O ACES Médio Tejo abrange a área territorial de 11 municípios com cerca de 235 mil utentes, e abrange as unidades de saúde de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila nova da Barquinha, numa área territorial de 2.706,10 Km’s quadrados.

Os municípios da Sertã e Vila de Rei fazem parte do Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo na divisão político-administrativa mas em termos de Saúde estão ligados ao ACES do Pinhal Interior Sul (PIS) que abrange ainda os concelhos de Proença-a-Nova e Oleiros, num total de cerca de 30 mil utentes.

Ponte de Sor com 794 casos (+3) e Gavião com 185 (-) casos acumulados

No Alto Alentejo, Ponte de Sor apresenta hoje um total acumulado de 794 casos positivos desde o início da pandemia (+3). Pelo menos cinco dos casos são relativos a pessoas que não residem no concelho e que não atualizaram a sua residência fiscal, pelo que o município refere apenas a ocorrência de 789 casos, dos quais 730 estão recuperados (+5) e 29 estão ativos (-2). Há 30 óbitos a lamentar no concelho.

Gavião, por sua vez, apresenta hoje um total acumulado de 185 casos (-) de covid-19, dos quais 169 pessoas estão dadas como recuperadas da doença (-). Há quatro óbitos a lamentar e 12 casos ativos no concelho (-), segundo informação da autarquia.

Lezíria com 13.644 casos e 368 óbitos desde o início da pandemia

A Lezíria do Tejo apresenta hoje um total de 13.644 casos de infeção por SARS-CoV-2, das quais 4.165 casos no concelho de Santarém. A Chamusca tem um total de 458 casos confirmados (+2) e 16 óbitos, e a Golegã tem 225 infeções (+2) e nove óbitos.

A região da Lezíria acumula 368 óbitos, 118 dos quais em Santarém, e 11.120 pessoas recuperadas da doença.

Distrito de Santarém com total de 25.972 casos e 675 óbitos

O distrito de Santarém soma um total acumulado de 25.972 casos confirmados de doença (13.644 na Lezíria do Tejo e 12.328 no ACES Médio Tejo), e um total de 675 óbitos (368 na Lezíria e 307 no ACES Médio Tejo).  A Lezíria apresenta um total de 11.120 recuperados e o ACES Médio Tejo 9.180, o que dá um total de 20.300 pessoas recuperadas da doença.

Portugal ultrapassou as 15 mil mortes desde o início da pandemia

Portugal ultrapassou hoje as 15 mil mortes relacionadas com a covid-19 desde o início da pandemia em março de 2020, ao registar nas últimas 24 horas um total de 149 óbitos, segundo a Direção-Geral de Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico da DGS, Portugal regista um total de 15.034 mortes.

A região de Lisboa e Vale do Tejo com 293.283 casos desde o início da pandemia é a que tem o maior número de mortes a nível nacional, contabilizando 6.132 mortos, o que representa 40,7% da totalidade das mortes nacionais relacionadas com a covid-19.

Nas últimas 24 horas foram reportadas 64 mortes na região de Lisboa e Vale do Tejo.

Portugal com 149 mortes e 2.854 casos de infeção nas últimas 24 horas

Portugal registou hoje 149 mortes relacionadas com a covid-19 e 2.854 casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS). O boletim epidemiológico da DGS revela também que estão internadas 5.230 pessoas, menos 340, a maior descida do número de internamentos desde o início da pandemia, das quais 846 em unidades de cuidados intensivos, mais 10.

A maior redução do número de internados até hoje foi registada em 09 de fevereiro quando o boletim dava conta de menos 274 pessoas em internamento.

Os dados divulgados hoje indicam ainda que 7.617 pessoas foram dadas como recuperadas, fazendo subir para 652.739 o número total de recuperados desde o início da pandemia em Portugal, em março de 2020.

Há 12 dias consecutivos que o número de recuperados supera o de novas infeções. Os casos ativos em Portugal também registam um decréscimo. Há 113.450 pessoas com o vírus ativo, menos 4.912 em relação a quinta-feira.

Desde março de 2020, Portugal já registou 15.034 mortes associadas à covid-19 e 781.223 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2.

As autoridades de saúde têm em vigilância 149.651 contactos, menos 5.647 relativamente ao dia anterior. Este indicador tem também registado uma descida consistente desde o dia 30 de janeiro.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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