Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -
Quinta-feira, Setembro 16, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Coronel Pedro Moleirinho é de Sardoal e assume comando da GNR de Santarém

O coronel Pedro Manuel Sequeira Estrela Moleirinho, 50 anos, natural de Sardoal, vai assumir esta sexta-feira, dia 22 de novembro, às 15:00, o cargo de Comandante do Comando Territorial de Santarém da GNR, em cerimónia de tomada de posse que vai decorrer nas instalações do Comando Territorial de Santarém e que será presidida pelo Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana, Tenente-General Luís Francisco Botelho Miguel.

- Publicidade -

Pedro Moleirinho nasceu em Sardoal em junho de 1969, tendo ingressado em 1996 nos quadros permanentes da Guarda Nacional Republicana, sendo Doutorando e Mestre em Direito e Segurança, e licenciado em Ciências Militares, pela Academia Militar.

Ao longo da sua carreira profissional desempenhou diversas funções, entre elas a de 2.º Comandante da Unidade de Segurança e Honras de Estado da GNR, representante da classe profissional de oficiais no Conselho Superior da Guarda e no Conselho de Ética, Deontologia e Disciplina, professor no mestrado de direito e segurança da faculdade de direito da Universidade Nova de Lisboa e no Instituto de Estudos Superiores Militares, Chefe do centro de Comando e Controlo Operacional da GNR, Comandante do 3º Batalhão de alunos e Diretor dos Cursos de Oficiais da Guarda Nacional Republicana na Academia Militar, professor regente na Academia Militar, missão de assessoria da União Europeia ao Ministério do Interior/ Polícia da República de Moçambique, diretor do curso de promoção a capitão e do curso de formação de sargentos da Guarda Nacional Republicana, Comandante do Destacamento Territorial da GNR de Alenquer, assessor do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Administração Interna.

- Publicidade -

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome