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Sábado, Novembro 27, 2021

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Constância | Vila Poema exalta memória do poeta maior no Dia de Camões e de Portugal (c/VIDEO)

O Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades é sempre um dia especial para o concelho de Constância e para as suas gentes dada a relação muito particular que Constância tem com a memória do poeta. “A relação de Camões com Constância não é algo superficial. Camões faz parte da nossa identidade, assinalou António Matias Coelho, presidente da Associação Casa Memória de Camões.

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Num dia marcado pelo calor, Constância assinalou o feriado de 10 de junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, com a habitual deposição de flores no Monumento a Camões, a inauguração do Monumento aos Combatentes, uma tertúlia de poesia e uma prova de orientação geocaching. Sérgio Oliveira, presidente do município, viu-se impedido de presidir às cerimónias uma vez que, ao ter sido descoberto um caso positivo de covid-19 na creche da filha, ficou em isolamento preventivo. Jorge Pereira, vice-presidente, que por este motivo presidiu às celebrações, considera que se tentou “dar a dignidade possível” à celebração daquela que é “uma data muito importante para Constância”, mostrando-se agradado com o decorrer da sua realização.

As celebrações iniciaram-se com a tradicional deposição de flores no Monumento a Camões, local onde discursaram os representantes das entidades responsáveis pela organização do evento, nomeadamente Olga Antunes, diretora do Agrupamento de Escolas de Constância, António Matias Coelho, presidente da direção da Casa-Memória de Camões e Jorge Pereira, vice-presidente do município.

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Aos discursos seguiu-se “Uma aula com Camões”, uma performance realizada por alunos da Escola Básica e Secundária Luís de Camões.

Já no amplo e recentemente requalificado  Largo Cabral Moncada, decorreu a inauguração do Monumento aos Combatentes do concelho de Constância, iniciativa do Núcleo da Liga dos Combatentes de Santa Margarida e da Câmara Municipal de Constância, a qual tinha sido adiada nas cerimónias do dia 25 de abril devido às condições climatéricas. A cerimónia contou com a presença do presidente da Liga dos Combatentes, o Tenente-General Joaquim Chito Rodrigues, e englobou igualmente uma homenagem aos mortos em combate e a imposição de condecorações a ex-combatentes.

Foto: mediotejo.net

Em jeito de finalização, ocorreu a tertúlia de poesia “Camões Revisitado”, no Planetário de Ptolomeu, um pequeno anfiteatro ao ar livre no Jardim-Horto de Camões. Nesta iniciativa da Casa-Memória de Camões, homenageou-se Luis Vaz de Camões através das palavras de outros poetas, onde os presentes foram convidados a declamar poesias relacionadas com o poeta maior, que se acredita ter vivido parte da sua vida em Constância. O referido jardim esteve aberto gratuitamente ao público durante o dia, onde o “próprio” Camões figurou como o guia responsável pelas visitas ao jardim.

Paralela e desportivamente, realizou-se ao longo das 24 horas do dia 10 de junho uma prova de orientação geocaching na área do concelho de Constância e também dos concelhos limítrofes.

As Pomonas Camonianas, que decorrem anualmente no dia 10 de junho, fruto da organização conjunta da Câmara Municipal de Constância, da Associação Casa-Memória de Camões e do Agrupamento de Escolas de Constância, cumpriram assim a sua XXV edição, ainda que em moldes diferentes, pelo segundo ano consecutivo.

Alunos do Agrupamento de Escolas envolvem-se todos os anos na celebração do dia de Camões. Foto: mediotejo.net

A efeméride, e uma vez que também se celebra o dia de Camões, é sempre um dia especial para o concelho de Constância e para as suas gentes, “dada a relação muito particular que Constância tem com a memória do poeta”, afirmou António Matias Coelho.

“A relação de Camões com Constância não é algo superficial. É algo que se começa a aprender no jardim de infância, que se aprende pela vida fora, que passa nas conversas de família e de rua. Camões faz parte da nossa identidade. É qualquer coisa que a comunidade assumiu como seu. E por isso as celebrações de Camões têm a ver com a celebração da nossa própria vida e da própria identidade que temos e que nos distingue das outras comunidades”, frisou.

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