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Constância | Turismo natureza e aventura no coração das Grandes Rotas

Pelo terceiro ano consecutivo, a vila de Constância promove, entre 18 e 20 de maio, o Festival das Grandes Rotas, um evento que visa divulgar o concelho em geral, mas sobretudo e em particular a Grande Rota do Zêzere e a Grande Rota do Tejo. São dois percursos marcados, o primeiro com cerca de 370 km e o segundo com cerca de 45 km, ambos a passar por Constância.

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E o concelho quer aproveitar as potencialidades que tem para este tipo de atividades atraindo mais gente e dinamizando a economia local, como referiu o Presidente da Câmara na sessão de abertura, no dia 18, no auditório da Casa-Memória de Camões.

As estatísticas demonstram que há cada vez mais pessoas a praticar pedestrianismo. Exemplo disso é o CLAC – Clube Lazer Aventura e Competição, do Entroncamento, que regista um número crescente de participantes nas caminhadas que organiza semanal e mensalmente.

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Valorizar o território é um dos objetivos do Festival das Grandes Rotas (Foto: mediotejo.net)

“Caminhar está na moda, as pessoas gostam e faz bem”, afirmou José Real, dirigente do CLAC, que, juntamente com cinco amigos, fez a Grande Rota do Zêzere em julho do ano passado.

Sendo Constância, um concelho charneira nos dois grandes percursos pedestres ao longo dos rios, pretende-se através deste III Festival das Grandes Rotas valorizar estes percursos e o território por onde eles se desenvolvem.

Festival das Grandes Rotas em Constância, de 18 a 20 de Maio. Entrevista ao Presidente da Câmara Municipal, Sérgio Oliveira

Publicado por mediotejo.net em Sexta-feira, 18 de Maio de 2018

“É um fim de semana em que as freguesias estão em movimento, a vila está em movimento e Constância ganha com isso”, afirmou o Presidente da Câmara em declarações do mediotejo.net. O autarca destaca a dinâmica que a atividade traz para a economia local, a terra, trazendo mais pessoas ao concelho.

O Festival “visa projetar o concelho, mostrar todas as suas potencialidades a nível turístico e apostar na valorização que deve ser feita dos nossos recursos naturais quer dos rios quer dos passeios pedestres que temos quer da própria fisionomia da vila que permite fazer o downhill urbano que dará um movimento diferente à nossa vila durante este fim de semana”.

Adnilo Chande relatou algumas duas aventuras (Foto: mediotejo.net)

Depois de agradecer o empenho dos trabalhadores do Município, Sérgio Oliveira reforçou a ideia de querer, com esta e outras atividades, “um concelho vivo e dinâmico” para “alavancarmos a nossa terra”.

Na sessão de abertura, coube a Tiago Lopes, técnico responsável do Parque Ambiental de Santa Margarida, apresentar os três convidados que ali estavam para falar das suas “Viagens de aventura e desafios de autonomia”.

Adnilo Chande, da Figueira da Foz, relatou algumas das aventuras que viveu ao percorrer vários países sozinho ou em grupo, de mochila às costas.

A sessão decorreu no auditório da Casa-Memória de Camões (Foto: mediotejo.net)

José Real e Diogo Simões, do CLAC – Clube Lazer Aventura e Competição, falaram da atividade de pedestrianismo iniciada há mais de 20 anos no Entroncamento, da crescente adesão e das vantagens físicas e mentais de caminhar.

Os três oradores deixaram alguns conselhos para quem se quer iniciar na modalidade e desafiaram os autarcas de Constância a iniciar um grupo de caminheiros no Concelho.

Mas o Festival das Grandes Rotas engloba um leque variado de atividades para além das caminhadas. Neste sábado, dia 19, há Canoagem, Downhill Urbano, Zumba e uma Prova de Resistência em BTT.

No domingo, dia 20, estão agendados dois passeios pedestres e o espetáculo Fado na Praça, que encerrará o evento. Nos dias 19 e 20, em simultâneo, decorrerão passeios de barco, visitas ao Borboletário Tropical, ao Jardim-Horto de Camões, ao Museu dos Rios e das Artes Marítimas e ao Centro Ciência Viva/Parque de Astronomia e uma Mostra de Artesanato Local.

O Festival é organizado pela Câmara Municipal de Constância, com o apoio do Turismo Centro Portugal e em colaboração agentes económicos locais.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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