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Constância | Secretária de Estado da Cultura promete apresentar estratégia para Casa-Memória de Camões

O presidente da Direção da Associação Casa-Memória de Camões, António Matias Coelho, e o presidente da Câmara de Constância, Sérgio Oliveira, foram recebidos esta segunda feira, dia 18, em audiência, pela Secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, sobre o processo com vista à abertura da Casa-Memória de Camões.

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Construída há 13 anos, a Casa-Memória de Camões continua por inaugurar e não tem conseguido manter a porta aberta diariamente como casa dedicada ao maior poeta da literatura portuguesa.

Ângela Ferreira, que estava acompanhada do adjunto da Ministra da Cultura, ouviu a exposição e os argumentos apresentados e recebeu os documentos que a Associação lhe entregou relativos ao caminho já percorrido até aqui. Entre eles, o que define os públicos-alvo e a proposta de conteúdos para cada um dos cinco pisos do edifício.

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Segundo relato dos representantes de Constância, a governante prometeu analisar os documentos e apresentar, em tempo oportuno, a estratégia do Ministério da Cultura quanto ao futuro da Casa-Memória de Camões.

Aceitou o convite que lhe foi apresentado pelo presidente da Direção para visitar a Casa-Memória e o Jardim-Horto de Camões a fim de melhor se inteirar, localmente, da importância cultural e do imenso potencial, também dos pontos de vista socioeconómico e turístico, destes bens patrimoniais.

Recorde-se que, há duas semanas, a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo reconheceu a importância da Casa-Memória para o conjunto da região, declaração essa que foi, igualmente, comunicada à Secretária de Estado da Cultura.

“Fica a fundada expectativa de que agora, reunidos que vão sendo mais e mais apoios, se possa finalmente perspetivar a abertura da Casa-Memória de Camões, construída há 13 anos e que está por inaugurar, num país que não tem (e deveria e pode ter) uma casa dedicada ao seu maior poeta”, referem os responsáveis daquela instituição para quem “este não é um assunto de Constância: é uma causa verdadeiramente nacional”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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