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Terça-feira, Janeiro 18, 2022
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Constância | São Silvestre Solidária decorre só com militares devido à pandemia

A 6ª Corrida de São Silvestre de Constância disputa-se este ano apenas com representação das unidades militares da Brigada Mecanizada, tendo a organização decidido cancelar a participação de civis devido à evolução da pandemia.

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O espírito de festa, amizade e solidariedade estava preparado para ser o destaque uma vez mais em Constância, na sexta-feira, dia 11 de dezembro, com a realização da prova de atletismo São Silvestre Solidária, num evento que se realiza pelo sexto ano consecutivo no Campo Militar de Santa Margarida e zona envolvente e que junta habitualmente civis e militares numa prova que a componente solidária é imagem de marca.

Com organização da Brigada Mecanizada e da autarquia, em parceria com as instituições sociais do concelho, a prova deste ano, tendo em conta a evolução da situação pandémica na região e no país, vai contar apenas com representação das unidades militares da Brigada Mecanizada, em Santa Margarida, ficando cancelada a participação de civis. 

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A jornalista Patrícia Matos, a piloto Elisabete Jacinto e o cavaleiro tauromáquico Marcos Bastinhas Tenório são os embaixadores da prova deste ano, sendo que a recolha dos donativos – bens alimentares não perecíveis, tampinhas, roupas, brinquedos, e artigos de higiene pessoal e de limpeza, entre outros – podem ser entregues até esta quinta-feira nas juntas de freguesias do concelho de Constância.

Os bens recolhidos revertem este ano a favor da Associação para o desenvolvimento social e comunitário da Pereira – Quatro Cantos do Cisne, para a Loja Social de Constância, projeto coordenado pela Santa Casa da Misericórdia, em parceria com a Câmara Municipal e as instituições da rede social do concelho, ‘Pipoca Beatriz’ e Associação de Deficientes das Forças Armadas.

Entrega de donativos na corrida São Silvestre Solidária. Foto: mediotejo.net
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A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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