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Domingo, Julho 25, 2021

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Constância: Pop-rock, fado, reggae e hip-hop nas Festas do Concelho

Constância recebe as Festas do Concelho deste ano entre 26 e 28 de Março com um cartaz musical marcado pela diversidade. As propostas vão do pop-rock ao hip-hop, passando pelo reggae, o fado e a música popular, mas os festejos não se ficam por aqui. À tradição das ruas floridas e do artesanato junta-se a novidade do espaço criança e o quilo extra trazido pela gastronomia local pode ser abatido na mega aula de zumba ou na prova de atletismo. Três dias plenos com a bênção de Nossa Senhora da Boa Viagem.

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As Festas do Concelho chegam daqui a pouco mais de um mês, mas pode marcar já na agenda um fim-de-semana em Constância recheado de som, tradição, ritmo, flores, desporto, sabores e fé. As propostas musicais são muitas nos três dias de festa da “Vila Poema” com artistas que partilham a nacionalidade portuguesa, mas garantem momentos diferentes em palco. As datas das atuações musicais ainda não foram avançadas.

Jorge Palma traz a experiência musical da carreira iniciada com os estudos de piano aos quatro anos de idade e regressa ao Médio Tejo para matar saudades da região onde estudou num Colégio Interno das Mouriscas (Abrantes). O pop-rock está assegurado nas eternas músicas “Deixa-me rir”, “Frágil”, “Encosta-te a mim”, “Bairro do Amor” ou “Uma página em branco”, entre outras.

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O hip-hop chega com os rappers Allen Haloween e Nerve, ambos com temas para mostrar dos trabalhos discográficos editados em 2015 e não só. O primeiro vem de Odivelas e traz músicas dos álbuns “Mary Witch” (2006), “Árvore Kriminal” (2011) e “Híbrido” (2015). O segundo pode apanhar a A23 em Abrantes, terra natal, trazendo no carro os sons dos cinco álbuns/EPs lançados desde 2006, como “Eu Não das Palavras Troco a Ordem” (2008) ou “’Trabalho e Conhaque’ ou ‘A Vida Não Presta e Ninguém Merece a Tua Confiança’” (2015).

De Leiria vem a banda de tributo a Bob Marley “Quem é o Bob?” com o ritmo do reggae e do ska. As músicas do jamaicano que matou o xerife (“I Shot the Sheriff”), diz que as mulhres não choram (“No Woman, no Cry”) e para não nos preocuparmos porque vai correr tudo bem (“Three little birds”) serão intercaladas com temas de Manu Chau, Kussondulola e Mercado Negro.

O fado pode ser de Portugal, mas em Constância pertencerá a uma voz e a uma banda que a vila conheceu praticamente na mesma altura, há três décadas atrás. A fadista Ana Laíns atuará acompanhada pelos músicos da Banda da Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro, dando alma às faixas dos álbuns “Sentidos” (2006) e “Quatro Caminhos” (2010).

O programa das festas arranca no dia 26 com o 28º Grande Prémio da Páscoa de Constância EDP Distribuição em atletismo. A prova de 10 quilómetros será acompanhada por uma caminhada com metade da distância para os escalões jovens. Nessa data são inauguradas a 27ª Mostra Nacional de Artesanato, a 10ª Mostra de Doces Sabores, diversas exposições e as tasquinhas.

Durante os três dias será possível percorrer as emblemáticas ruas floridas criadas pelos moradores, escolas e outras instituições do concelho, participar numa mega aula de zumba, assistir a uma Tarde de Folclore, divertir os mais pequenos com as pinturas faciais e o insuflável do Espaço Criança e captar “Retratos da Festa” para participar no concurso de fotografia dinamizado pelo Posto de Turismo do município. A entrega dos trabalhos termina a seis de maio e os prémios serão entregues a dez de junho, no dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

A 28 de março perpetua-se a tradição pascal iniciada pelos marítimos com a bênção dos barcos nos rios Tejo e Zêzere e mais tarde complementada pela bênção das viaturas na Praça Alexandre Herculano. Os festejos do dia do Concelho integram ainda a missa solene, a Procissão em honra de Nossa Senhora da Boa Viagem e um espetáculo piromusical.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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