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Domingo, Novembro 28, 2021

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Constância | PCP questiona Governo sobre apoios à Casa-Memória de Camões

Os deputados António Filipe e Ana Mesquita, do PCP, apresentaram na Assembleia da República uma pergunta ao Governo sobre o apoio à Associação da Casa-Memória de Camões em Constância.

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“Qual a disponibilidade do Governo para apoiar o projeto da Associação da Casa-Memória de Camões em Constância para valorizar a Casa de Memória de Camões com a criação de um espaço museológico dotado de um espólio compatível com a dimensão universal do poeta, tendo em conta as dificuldades com que esta associação se confronta para manter a Casa de Memória e o Jardim/Horto de Camões?”, foi a pergunta apresenta pelos deputados.

Uma questão que surge depois de não terem obtido resposta à mesma pergunta feito a 27 de junho de 2018 ao Ministério da Cultura, o que significa o não cumprimento do que dispõe o Regimento da Assembleia da República quanto ao prazo de resposta às perguntas e requerimentos dos deputados nem tendo sido dada qualquer justificação para esse incumprimento.

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Os eleitos comunistas recordam que “com base em indícios históricos da presença do poeta Luiz Vaz de Camões na vila de Constância, foi constituída a Associação da Casa de Memória de Camões que, por iniciativa própria, com apoio autárquico, e mesmo com apoios pontuais em Orçamentos do Estado, criou e mantém o Jardim/Horto de Camões, concebido pelo Arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles, composto pelas espécies botânicas das mais diversas paragens a que alude a obra do poeta, e adquiriu, construiu e mantém a Casa de Memória de Camões como equipamento cultural dotado de auditório, biblioteca, e algum espólio camoniano, apto para a realização de iniciativas diversas de âmbito cultural e cívico”.

A Associação da Casa de Memória de Camões “tem a ambição legítima de valorizar a Casa de Memória de Camões enquanto espaço museológico, tendo inclusivamente em consideração que não existe nenhum espaço físico em Portugal que seja exclusivamente dedicado à memória daquele poeta maior da língua portuguesa. Para esse efeito, afigura-se indispensável o apoio do Ministério da Cultura, nomeadamente para a conceção do espaço e para o enriquecimento do espólio que poderia constituir um espaço museológico permanente sobre a vida e obra de Camões”, realçam os deputados comunistas.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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