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Terça-feira, Agosto 3, 2021

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Constância | Pandemia leva CICO a adiar Festival Internacional do Carrilhão e do Órgão

O V Festival Internacional do Carrilhão e do Órgão (FICOC), que iria decorrer de 23 a 25 de julho, de sexta-feira a domingo, em Constância, foi adiado para data a anunciar devido à atual situação pandémica vivida no concelho, anunciou a organização.

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Organizado pelo Centro Internacional do Carrilhão e do Órgão (CICO), com o apoio de associações e entidades do concelho, o festival decorreria em todas as freguesias, tendo por objetivo valorizar a presença no concelho do “maior e mais pesado carrilhão itinerante do mundo” e do órgão histórico da Igreja Matriz.

O concerto de abertura estava marcado para sexta-feira, às 19:00, no Largo Dr. Pratas de Moura, em Santa Margarida da Coutada, com a carrilhanista Ana Elias a interpretar ‘Música Portuguesa’ no carrilhão Lvsitanvs. Devido à atual situação pandémica que se vive na freguesia e também no concelho, o evento foi adiado para data a anunciar posteriormente.

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No sábado estava previsto haver um concerto de música medieval e renascentista pelos TINTINNABVLVM no Jardim-Horto de Camões, pelas 18:00, e à noite, no Jardim de Montalvo, um concerto no carrilhão Lvsitanvs pelo carrilhanista Eddy Marien.

No domingo, pela manhã, teria lugar a realização de exames das crianças de disciplina de carrilhão da Escola de Música da CICO, e, à tarde, na Igreja Matriz de Constância, um concerto de Orgão e Eufónio pelo organista belga Wannes Vanderhoeven e pelo eufonista Pedro Frazão. O festival encerraria à noite, na zona ribeirinha do Zêzere, com um concerto da carrilhanista Ana Elias no carrilhão Lvsitanvvs.

A iniciativa, que assinalaria a sua quinta edição, resulta de um protocolo de cooperação no âmbito do desenvolvimento sociocultural local entre a Associação da Casa-Memória de Camões e a Associação CICO – Centro Internacional do Carrilhão e do Órgão, da qual os TINTINNABVLVM são parte.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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