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Quarta-feira, Agosto 4, 2021

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O passado e o presente das viaturas militares em Santa Margarida (C/Vídeo)

O Dia da Brigada Mecanizada foi celebrado este ano com um programa que se estendeu pelo mês de abril e inúmeras atividades. Entre provas desportivas, seminários, concertos musicais, cerimónias oficiais e iniciativas integradas no primeiro centenário da I Guerra Mundial, esteve uma exposição de viaturas militares que fez a viagem entre o passado e o presente no Campo Militar de Santa Margarida.

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A mostra foi organizada pela Brigada Mecanizada e a Associação Portuguesa de Viaturas Militares Antigas e esteve “estacionada” no Largo da Igreja do Campo Militar de Santa Margarida, em Constância. A população foi convidada a visitar a exposição durante uma semana, entre 9 e 14 de abril, e as viaturas voltaram a estar em destaque no dia das cerimónias oficiais comemorativas do Dia daquela unidade militar, realizadas a 22 de abril.

O responsável pela exposição, Tenente de Cavalaria Miguel Fernandes, igualmente Comandante da Companhia de Reabastecimento de Apoio de Serviços da Brigada Mecanizada fez-nos uma visita guiada desde o check-point na entrada até às viaturas museológicas, com paragem junto dos veículos destinados ao apoio mecânico e reabastecimento de combustíveis e lubrificantes (classe 3).

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Entre os vinte exemplares sobressaíram os catorze mais antigos, utilizados pelas forças militares portuguesas na II Guerra Mundial e nas Guerras Ultramarinas. No Largo da Igreja estiveram expostas sete motas, jipes Willys, camiões Unimog e a icónica Berliet Tramagal, produzida a partir do modelo Berliet Gazelle na Metalúrgica Duarte Ferreira (MDF), no Tramagal (Abrantes), a partir dos anos 60 do século passado.

Uma viagem no tempo a bordo de viaturas militares que a Brigada Mecanizada proporcionou a todos os visitantes, convite aceite sobretudo por ex-militares e familiares, que não quiseram perder a oportunidade de recordar o passado e conhecer o presente.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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