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Sábado, Outubro 23, 2021

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Constância | Novo olhar sobre o Arneiro nas fotografias de Paulo Jorge de Sousa

A Casa-Memória de Camões cede espaço a outras memórias do concelho de Constância na tarde deste domingo, dia 9, durante o lançamento do livro “O Arneiro – 100 Anos Depois da I Guerra”. As imagens captadas por Paulo Jorge de Sousa trazem a Grande Parada de Montalvo ao presente através da perspetiva singular que o fotógrafo sardoalense partilha com o público a partir das 16h00.

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A obra venceu o Prémio Literário do Médio Tejo 2017, na categoria de não-ficção, conquistando o júri composto por Patrícia Fonseca, diretora editorial da Médio Tejo Edições, António Matias Coelho, historiador, consultor cultural e presidente da Associação Casa-Memória de Camões, Margarida Teodora, diretora da Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes (Torres Novas) e Patrícia Reis, escritora e editora da revista Egoísta.

O fotógrafo Paulo Jorge de Sousa. Foto: DR

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Um novo olhar sobre o terreno onde 20 mil soldados do CEP – Corpo Expedicionário Português desfilaram para comprovar o Milagre de Tancos que chega agora aos olhares do público através da publicação da Origami Livros, chancela da Médio Tejo Edições. A primeira edição é especial e limitada, com 100 exemplares da obra evocativa dos 100 anos sobre o final da I Guerra Mundial numerados e assinados pelo autor.

A sessão de lançamento do ensaio fotográfico “O Arneiro – 100 Anos Depois da I Guerra” está a cargo de António Matias Coelho, que escreve no prefácio:

“Hoje o Arneiro da Parada é, aparentemente, apenas um terreno chão, de Montalvo para o lado do Tejo. (…) Fala-se que lá se fez uma parada de tropas, parece que coisa importante, mas isso foi há muito, muito tempo, já não vive ninguém que tenha visto e possa contar. (…) O trabalho que se segue é o resultado da leitura que um grande fotógrafo faz de um importante campo de memórias. (…) Cada fotografia de Paulo Sousa é, muito mais do que uma imagem, um desafio à reflexão. Aquele chão de arneiro não é, afinal, tão pobre como parece. E, assim olhado, fica ainda mais enriquecido.”

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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