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Quarta-feira, Setembro 22, 2021

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Constância | Museu dos Rios e das Artes Marítimas com ateliês durante o mês de agosto

O Museu dos Rios e das Artes Marítimas, em Constância, vai promover durante todos os sábados deste mês de agosto vários ateliês, com objetivo não só de ocupar os tempos livres das crianças e dos jovens, como também sensibilizá-los para a importância deste património.

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Abertos à comunidade em geral, estes ateliês pretendem despoletar um maior envolvimento com a arte, promovendo simultaneamente a imaginação e criatividade.

A participação implica inscrição, pelo que os interessados deverão contactar o Museu dos Rios e das Artes Marítimas através do número de telefone 249 730 053 ou via e-mail museu.rios@cm-constancia.pt.

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Sobre o Museu:

Museu dos Rios e das Artes Marítimas . Foto: CM Constância

O Museu dos Rios e das Artes Marítimas, que se localiza na Estrada Nacional 3 (junto à Câmara Municipal), foi inaugurado em 1998.

Tem por missão recolher, estudar, valorizar e divulgar a memória dos tempos em que Constância era um dos mais importantes portos do Médio Tejo e a sua economia assentava no transporte fluvial, na construção e reparação navais, no comércio e na pesca.

Estas atividades, bem como a Festa de Nossa Senhora da Boa Viagem, organizada pelos marítimos da vila todos os anos pela Páscoa, estão documentadas nos diversos núcleos da exposição permanente do museu, através de miniaturas de barcos, redes de pesca, objetos de uso quotidiano, utensílios, ferramentas, fotografias e uma pequena oficina de calafate com um barco em fase de construção inicial.

O público tem variado entre turistas de passagem pelo concelho e alunos das escolas da região, sendo certo que este espaço proporciona uma viagem ao encontro de uma vila diferente da que hoje se conhece, e que tem outra relação com os rios que lhe marcaram o sítio onde nasceu e cresceu: Tejo e Zêzere.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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