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Quarta-feira, Julho 28, 2021

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Constância: Maior Carrilhão do Mundo dá Festival de três dias

Um ano e 50 concertos depois de ter estacionado em Constância proveniente da Holanda, onde foi construído o maior e mais pesado carrilhão itinerante do mundo, chega também a primeira edição do Festival Internacional do Carrilhão e do Órgão (FICOC), evento que principia esta sexta-feira e que se prolonga até domingo, 31 de julho, em Constância.

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O evento vai contar com a participação de alguns dos melhores executantes nacionais e internacionais, e os concertos vão decorrer na Igreja Matriz de Constância, nas aldeias de Montalvo e da Pereira, no Parque Ambiental de Santa Margarida e ainda no anfiteatro dos rios. Ana Elias, carrilhanista, proprietária do LVSITANVS e coordenadora do evento, deu esta manhã ao mediotejo.net as primeiras notas deste Festival.

Este festival pretende “despertar a atenção dos entusiastas do carrilhão espalhados pelo mundo para as peculiaridades de Constância, assim como para as capacidades que esta possui de se afirmar como um local estratégico na valorização do carrilhão no mundo”, destacou, por sua vez, Júlia Amorim, a presidente da autarquia.

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De relembrar que Constância recebeu há cerca de um ano, no dia 10 de maio, precisamente, o carrilhão itinerante Lvsitanvs, considerado o maior e mais pesado carrilhão do mundo. Júlia Amorim considera que esta é “uma forma de assinalar essa chegada e rentabilizar e divulgar também”, uma vez que já aconteceram “vários concertos no país e na região, e portanto, estes concertos com o carrilhão vêm mostrar a diversidade ao nível da utilização deste instrumento, por parte dos carrilhanistas que existem, todos eles têm uma especificidade e um estilo próprio. E por isso mesmo vamos ter representados a Espanha, a Bélgica, a Holanda e Portugal neste festival”, ao longo de três dias em que a Vila Poema e as freguesias do vão encher o peito de música.

FICOC

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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