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Sexta-feira, Maio 14, 2021

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Constância | Novo hotel já mexe  

O terreno onde vai ser construído o novo hotel Villa Tejo, junto à estrada entre Constância e Montalvo, já se encontra vedado e está ser desmatado. É o arranque daquele que será o primeiro hotel de Constância.

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Nesta altura o processo encontra-se na fase de entrega de projetos de especialidade na Câmara. O projeto global e o respetivo licenciamento deverão ser aprovados dentro de poucas semanas.

Naquele terreno vai surgir até à primavera de 2019 um equipamento hoteleiro de quatro estrelas que representa um investimento de 3,7 milhões de euros, comparticipado em cerca de 1 milhão de euros por fundos comunitários.

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O Villa Tejo Nature & Spa Hotel, assim se vai designar a nova unidade, terá 28 quartos duplos, 10 suites, 5 suites premium com jacuzzi na varanda, SPA com piscina interior, jacuzzi, banho turco, sala de relaxamento e massagem com duche, restaurante, bar e um auditório, complementados no exterior por áreas verdes, percursos pedestres e de btt, zonas de estacionamento, esplanada panorâmica, piscina exterior e um parque infantil aquático.

Novo hotel deverá ser inaugurado até à primavera de 2019 (Foto: DR)

O promotor é João Rosa, empresário que explora a Casa João Chagas, alojamento local no centro da vila.

Isenção de taxas divide Executivo

O pedido de isenção de taxas para o projeto do novo hotel dividiu o Executivo Camarário de Constância na reunião do dia 13.

A empresa Vila Poema – Sociedade Exploração de Gestão Hoteleira, promotora do investimento solicitava isenção de uma taxa de 1.981 euros no âmbito daquele projeto que ainda se encontra na fase inicial de terraplanagens do terreno.

Para ao Vereador António Mendes (PS) “isentar 1.981 euros num investimento de 5 milhões não faz sentido”, isto “sem pôr em causa o interesse do investimento”. O autarca alertou que, com esta isenção, iria criar-se um precedente alertando para eventuais consequências. Na mesma linha, o Vereador Natércio Candeias (PS) levantou uma série de questões sobre o investimento e questionou a justeza da isenção de taxas, considerando tratar-se de uma medida avulsa.

Vereadores do PS (à esq) votaram contra a isenção de taxas (Foto: José Gaio)

A Presidente Júlia Amorim defendeu que o projeto “deve ser acarinhado pela Câmara” e que a isenção de taxas é “um sinal de que o Município apoia o investimento”. Vai mais longe e defende que o regulamento deve ser alterado para permitir que haja incentivos a este tipo de investimentos de interesse para o concelho.

Naquela reunião o chefe de divisão do setor urbanístico, Jorge Heitor, depois de fazer uma resenha do historial do projeto, informou que o mesmo está na fase de entrega de projetos de especialidade.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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3 COMENTÁRIOS

  1. Desde o “acordar” de Portugal para o fenómeno Turismo, que o Presidente do Conselho de Ministros criou uma saída para a isenção de impostos – a “Utilidade Turística”. Ele próprio assinava o despacho quando o relatório da ex- Repartição de Turismo, mais tarde SNI era favorável.
    O relatório era suportado por uma ou mais vistorias ao projectado, ao executado, à localidade, ao serviço prestado.
    Nenhumas dúvidas.

  2. Comprei há poucos anos uma casa no centro de Constância, com uma declaração passada pela Câmara Municipal, atestando que o imóvel estava legal, permitindo a realização da escritura. Terminadas as obras, deparei-me com uma comunicação da câmara a exigir projetos de especialidade para a emissão da licença habitação alegando que a anterior declaração nunca devia ter sido emitida pois o anterior proprietário efetuou alterações não licenciadas. Para além dos custos associados aos projetos, exigiram o pagamento das taxas sem que nunca tivessem assumido o erro. Por conseguinte, não compreendo e não posso aceitar a isenção de taxas para um alegado projeto de milhões, ou será que será o perdão de 1.800€ que vai viabilizar o investimento?

    • Desculpe mas levanta duas questões distintas que merecem resposta diferente. No seu caso trata-se de uma moradia particular onde, pelos vistos alguém declarou o que não devia ter declarado e fazia muito bem em ter feito valer a sua razão. No outro caso é um projecto que vai gerar postos de trabalho e riqueza para o concelho.

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