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Sexta-feira, Dezembro 3, 2021
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Constância | II FICOC com música e protocolo CICO / Associação Casa-Memória de Camões

O FICOC – Festival Internacional do Carrilhão e do Órgão em Constância regressa ao concelho esta sexta-feira, dia 28, para a sua segunda edição. Entre as diversas iniciativas previstas até domingo, dia 30, encontra-se a assinatura de um protocolo entre a entidade organizadora, a CICO – Centro Internacional do Carrilhão e do Órgão, e a Associação Casa-Memória de Camões.

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O festival tem início às 18h00 com uma aula pública no carrilhão LVSITANUS lecionada pela professora Ana Elias às suas alunas da Escola de Música da CICO, regressando a carrilhanista às 21h00 para o concerto de abertura.

A Igreja Matriz de Constância passa a integrar o programa às 15h30 de sábado, onde a abertura oficial do II FICOC é assinalada com uma referência histórica pela organista residente Ana Elias a este templo religioso e ao órgão de 1827 instalado no seu coro alto. Pelas 16h00, o instrumento da autoria do organeiro António Xavier Machado e Cerveira recebe as mãos da organista Lídia Correia.

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As atividades também decorrem no Pavilhão de Macau do Jardim-Horto de Camões e no Anfiteatro dos Rios. A música dos TINTINNABVLUM acompanha a assinatura do protocolo de cooperação para o desenvolvimento sociocultural local entre a CICO e a Associação Casa-Memória de Camões no primeiro local, a partir das 18h00, e os sinos do carrilhão LVSITANUS voltam a tocar no anfiteatro às 21h00 durante o concerto com Ana Elias.

No domingo, o carrilhão LVSITANUS viaja pelo concelho até ao Parque Ambiental de Santa Margarida para o exame de Adriana Quintas, aluna da Escola de Música da CICO, que tem início às 16h30. O cenário mantém-se às 18h00, durante o concerto de encerramento da segunda edição do evento pela carrilhanista belga Jasmijn De Wachter.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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