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Sábado, Julho 24, 2021

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CONSTÂNCIA: Empresário quer investir 3 milhões em hotel ecológico Villa Tejo

Três milhões de euros é quanto vai custar o Villa Tejo Nature & Spa Hotel, unidade hoteleira que vai ser construída em Constância, junto à A23, e que vai ter 28 quartos duplos, 10 suites, 5 suites premium com jacuzzi na varanda, SPA com piscina interior, jacuzzi, banho turco, sala de relaxamento e massagem com duche, restaurante, bar e um auditório, entre outros apetrechos que assentam nos cuidados ambientais.

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O projeto de construção do Villa Tejo Nature & Spa Hotel, um “hotel ecológico”, empreendimento que aguarda luz verde de acesso aos fundos comunitários, foi hoje apresentado no Centro Náutico de Constância perante cerca de uma centena de empresários, autarcas, decisores políticos e dos serviços descentralizados dos serviços do Estado, tendo sido sublinhada por todos a “pertinência e mais-valia” do projeto para a região do Médio Tejo.

O empresário João Rosa, natural do Entroncamento e residente em Constância, disse que o projeto vem “colmatar uma lacuna” na região do Médio Tejo, declaração assente na experiencia de quatro anos de gestão da “Residencial João Chagas”, no centro histórico de Constância.

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“O nosso cliente quer ficar mais do que um dia em Constância e na região, porque temos coisas boas para visitar e para conhecer. Mas fui notando que faltavam as outras valências, para além do alojamento, como um restaurante, uma piscina ou um SPA, porque as pessoas gostam e procuram integrar no pacote de serviços que adquirem”, destacou.

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A apresentação do novo Hotel decorreu no Centro Náutico de Constância

Relativamente ao investimento de 3 milhões de euros e à sua localização (o projeto vai criar 26 postos de trabalho diretos e entrada em funcionamento na primavera de 2017), João Rosa disse que o concelho de Constância, “por si só, leva-nos a gostar de aqui estar, de aqui viver, e, também, de aqui investir”.

“Qualquer pessoa aqui é bastante feliz, pela natureza, pelo ambiente e envolvência histórica e patrimonial”, afirmou, tendo feito notar que este projeto “é o sonho de uma vida”.

O empresário disse estar disponível para, além dos 3 milhões de euros de investimento, com retorno previsível ao fim de oito anos, investir um total de 5 milhões de euros em Constância ao longo dos próximos 15 anos.

“Ainda sou novo, acho que ainda vou bem a tempo de concretizar este sonho de vida. É o sítio certo, o momento adequado, e parto para este desafio com o apoio das mulheres da minha vida: a minha mãe, a minha mulher e, também, da minha filha”, destacou.

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O empresário João Rosa e duas das três mulheres da sua vida: a esposa e a mãe. A sua filha, prometeu, “vai cortar a fita na inauguração” do hotel

Promovido pela Vila Poema, Sociedade de Gestão Hoteleira, Lda, o Villa Tejo Nature & Spa Hotel, e assumindo-se como um empreendimento que se pretende integrar na envolvente natural, com uma ligação muito forte aos rios Tejo e Zêzere, o mesmo é composto por três corpos que se interligam em forma de «V», projetando vistas para a envolvente natural, o que lhe permitirá “estabelecer uma cumplicidade com o meio onde se integra, contribuindo para a sua valorização”.

No seu exterior estão contempladas amplas áreas verdes de utilização comum, percursos pedestres e de btt, zonas de estacionamento, carrinhos elétricos de locomoção, uma esplanada panorâmica, uma piscina exterior para adultos e crianças e, um parque infantil aquático.

Júlia Amorim, presidente da Câmara de Constância, e Miguel Pombeiro, secretário executivo da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, foram unânimes sobre a pertinência do empreendimento hoteleiro para a região: “é um espaço que faz muita falta a Constância e ao Médio Tejo e é um investimento privado que faz todo o sentido, tendo em conta os investimentos públicos efetuados ao longo de mais de uma década na requalificação das margens ribeirinhas” da região.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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