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Domingo, Outubro 24, 2021

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Constância | Dia Internacional dos Museus assinalado com Encontro sobre Património Imaterial

Para assinalar o Dia Internacional dos Museus em Constância, esta sexta-feira, dia 17 de maio, o Município, através do seu Museu do Rios e das Artes Marítimas, promove visitas guiadas gratuitas a este Museu e organiza o Encontro Património Imaterial de Constância

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Na Casa Memória de Camões decorreu esta manhã o Encontro Património Imaterial de Constância com a presença, na sessão de abertura, do presidente da autarquia, Sérgio Oliveira, e da diretora do Agrupamento de Escolas, Olga Antunes.

Às 10h30, teve lugar MEMORIAMEDIA – e-Museu do Património Cultural Imaterial, com José Barberie da Silva, diretor da Cooperativa do Património Imaterial.

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Ana Maria Paiva Mourão, Investigadora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, apresentou a temática Que queremos nós fazer do nosso Património? Às 11h30, Anabela Cardoso, do Museu dos Rios e das Artes Marítimas, juntamente com alguns alunos, apresentarão os resultados do trabalho desenvolvido com as turmas do 5º e 6º da Escola Luís de Camões, no âmbito do projeto PEDIME – Recolha do Património Cultural Imaterial de Constância.

O Encontro Património Imaterial de Constância terminou com um apontamento musical pelos TINTINNABVLVM, baseado numa recolha de cantigas efetuada em Montalvo, com Maria Cecília Correia.

O Dia Internacional dos Museus foi criado em 1977 pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), com o intuito de sensibilizar o público para o papel dos museus no desenvolvimento da sociedade.

Este ano, o tema escolhido pelo ICOM é: Os Museus como Centros Culturais: o futuro da tradição. À semelhança do que tem acontecido em anos anteriores, o Município de Constância associa-se a estas comemorações internacionais “com o objetivo de sensibilizar a população, em especial a comunidade escolar, para a importância da recolha, estudo, salvaguarda e divulgação do património cultural do concelho”, refere a Autarquia em nota de imprensa.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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