Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

Segunda-feira, Outubro 25, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

Constância | Deputado Carlos Matias (BE) questiona governo sobre barreiras sonoras na A23

O deputado Carlos Matias (BE) apresentou na Assembleia da República uma pergunta ao Ministério do Planeamento e Infraestruturas sobre o excesso de ruído provocado pelas barreiras sonoras na A23, no concelho de Constância, e de que a população se queixa há vários anos.

- Publicidade -

O deputado eleito pelo distrito de Santarém começa por perguntar se o governo conhece “o problema do ruído excessivo, provocado pelo trânsito na A23, nas Urbanizações da Capareira e Pinhal D´Elrei-Constância” e questiona “se” e “quando” o governo “vai dar orientações à IP-Infraestruturas de Portugal para a colocação de barreiras sonoras, no referido troço da A23”, tendo lembrado que “compete ao Estado assegurar a tranquilidade e o direito ao descanso dos cidadãos, bem como as evidentes consequências que a sua privação tem na saúde das pessoas”.

No preâmbulo da pergunta, Carlos Matias recorda que, na altura em que foi construída a A23, foram expropriados terrenos classificados como urbanizáveis pelo PDM do concelho de Constância. Aí, viriam posteriormente a ser construídas as Urbanizações da Capareira e do Pinhal D´Elrei.

- Publicidade -

Hoje, os moradores dessas Urbanizações “sofrem muito com o ruído provocado pelo trânsito intenso que flui por essa via rodoviária, pelo que têm vindo a protestar reiteradamente e das mais variadas maneiras”, sublinha o deputado do BE.

Aliás, a Câmara e a Assembleia Municipal de Constância têm-se associado a estas manifestações de descontentamento, através de moções e ofícios diversos.

Acrescenta-se no texto da pergunta que “numa recente comunicação, a IP – Infraestruturas de Portugal reconhece que a colocação de barreiras sonoras nesse troço da A23 apenas está dependente da remoção de constrangimentos financeiros. Portanto, a empresa reconhece implicitamente a razão dos moradores”.

Para o deputado bloquista “parece inaceitável que, em qualquer circunstância, se coloque em causa o direito básico ao descanso e à saúde das pessoas. Menos ainda quando para tal se invocam restrições financeiras de dimensão seguramente irrelevante, quando comparada com o volume de receitas gerada pela exploração da A23”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome