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Sábado, Julho 24, 2021

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Constância | Concelho homenageou o que tem de “Notável” (C/VIDEO)

A comunidade da Notável Vila da Constância, assim rebatizada há precisamente 180 anos por D. Maria II, reuniu-se esta quarta-feira, dia 7, no Centro Ciência Viva para viver e partilhar o orgulho pelo concelho. O “Gostar de Constância” homenageia anualmente entidades e personalidades das três freguesias que se tenham destacado em diversas áreas e os escolhidos da sexta edição foram a Casa do Povo de Montalvo, a Sociedade Recreativa Portelense e o Agrupamento de Escolas de Constância.

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A comunidade de Constância reuniu-se no Centro Ciência Viva na passada quarta-feira para comemorar a assinatura do decreto de D. Maria II que transformou Punhete na Notável Vila da Constância. A data é igualmente assinalada há seis anos com a iniciativa “Gostar de Constância” que homenageia entidades e personalidades relevantes nas três freguesias do concelho.

A Casa do Povo de Montalvo esteve representada pelo presidente Álvaro Alves e o Grupo de Cantares. Fotos: mediotejo.net
A Casa do Povo de Montalvo esteve representada pelo presidente Álvaro Alves e o Grupo de Cantares. Fotos: mediotejo.net

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Os homenageados desta edição, apresentada por Carlos Amorim, foram a Casa do Povo de Montalvo, a Sociedade Recreativa Portelense e o Agrupamento de Escolas de Constância, cujos responsáveis falaram sobre o que distingue cada intituição durante as entrevistas moderadas por António Matias Coelho, historiador e presidente da Casa- Memória de Camões.

Entre os diversos assuntos abordados, Álvaro Alves, presidente da Casa do Povo de Montalvo, falou sobre as instalações próprias da coletividade com quase meio século que acolhe outras associações do concelho e a conversa com Graça Silvério, presidente da Sociedade Recreativa Portalense, revelou o papel da associação mais antiga do concelho enquanto único espaço de convívio na Portela.

Graça Silvério, presidente da Sociedade Recreativa Portalense, durante a entrevista com António Matias Coelho. Fotos: mediotejo.net
Graça Silvério, presidente da Sociedade Recreativa Portalense, durante a entrevista com António Matias Coelho. Fotos: mediotejo.net

Ambos destacaram que a principal dificuldade com que estas associações se deparam atualmente é a falta de pessoas para assegurarem a continuidade dos órgãos sociais. Por seu lado, Olga Antunes, diretora do Agrupamento de Escolas de Constância, salientou o crescimento da população escolar, o trabalho desenvolvido em conjunto com o município e a evolução das Pomonas Camonianas, que envolvem toda a comunidade escolar e marcam o programa de eventos anuais do concelho.

A música do Grupo de Cantares da Casa do Povo de Montalvo, o refresco dos alunos do Curso Técnico de Restauração e a dança dos alunos da Escola Básica e Secundária Luís de Camões (medieval e moviritmos) complementaram a noite em que a Constância voltou a mostrar porque gosta de si mesma e que, segundo Júlia Amorim, presidente da autarquia, 180 anos depois de ser tornada “notável” por D. Maria II iria orgulhar a rainha pelo seu desenvolvimento.

A diretora Olga Antunes recebeu a oferta atribuída ao Agrupamento de Escolas de Constância na edição apresentada por Carlos Amorim. Fotos: mediotejo.net
A diretora Olga Antunes recebeu a oferta atribuída ao Agrupamento de Escolas de Constância nesta edição apresentada por Carlos Amorim. Fotos: mediotejo.net

Em declarações ao mediotejo.net, pouco antes do início de mais uma edição do “Gostar de Constância”, Júlia Amorim referiu que “hoje Constância quer afirmar-se por aquilo que tem de bom e aquilo que tem de bom são as pessoas pois são elas que fazem as terras […] quer em nome individual, quer associadas”. Estes contributos aliados à “própria geografia”, diz, “constroem no concelho motivos que fazem com que os que nos visitem gostem de cá vir” e os habitantes “gostem de cá viver”.

No final da iniciativa, que terminou nos últimos minutos do dia em que se assinalou a assinatura do decreto real, o mediotejo.net também falou com António Matias Coelho. O historiador destacou que a comemoração do facto histórico e o reconhecimento de “três instituições da maior importância na vida do concelho” contribuem para “este olharmos-nos ao espelho para gostarmos de ver a imagem que vem de lá”. Um “exercício” de reflexão sobre “nós próprios” que, defende ajuda a que “a vida seja encarada com outra alegria, otimismo e dinamismo”.

As danças medievais e os moviritmos dos alunos animaram o evento. Fotos: mediotejo.net
As danças medievais e os moviritmos dos alunos do concelho animaram o evento. Fotos: mediotejo.net

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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