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Quinta-feira, Janeiro 20, 2022
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Constância | Cerca de 250 pessoas viram o eclipse da Lua no Centro Ciência Viva

Estavam inscritas 180 pessoas mas a estimativa é que tenham sido cerca de 250 a passarem pelo Centro Ciência Viva (CCV) de Constância na noite de sexta feira, dia 27, para apreciarem o mais longo eclipse total da Lua do século XXI.

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Os números foram adiantados por Máximo Ferreira, diretor do CCV, no terraço nas instalações já quase no final da iniciativa, numa altura em que a lua já estava quase totalmente visível. “Foi um momento extraordinário, registámos uma boa adesão”, disse o responsável, enquanto dezenas de pessoas iam observando não só o eclipse como também os planetas e outros objetos do sistema solar.

Ao longo da noite, a equipa do CCV, distribuída por quatro pontos de observação, ia satisfazendo a curiosidade dos visitantes e respondendo às muitas perguntas que, sobretudo as crianças, faziam.

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O eclipse era visível a olho nu, mas o que atraiu as pessoas ao CCV foi, para além da explicação científica que podiam escutar, tinham acesso a equipamentos como binóculos e telescópios permitindo uma observação com maior proximidade e nitidez.

A iniciativa começou pouco depois das 20 horas no auditório do CCV onde os participantes ouviram uma explicação elucidativa sobre o fenómeno que ia acontecer e qual era a melhor maneira de o observar, para além de algumas recomendações práticas de como circular nas instalações.

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De uma forma descontraída, Máximo Ferreira explicou o processo de formação do sistema solar, a evolução das descobertas sobre o perímetro da terra e a distância entre planetas e estrelas, entre outras curiosidades, culminando como o processo de formação dos eclipses.

Já noite dentro, sem luzes artificiais, os quatro pontos de observação era o local de concentração dos visitantes que queriam ver de perto o eclipse e ouvir as explicações acerca do fenómeno.

Com recurso a um ponteiro laser, Máximo Ferreira ia apontando para o céu a indicar planetas como Marte, Vénus, Júpiter ou Saturno, bem como algumas constelações. Isto, numa noite de lua cheia, propícia à observação do espaço.

Mais uma vez e tendo em conta a forte adesão ao evento, o CCV atingiu o seu objetivo, “sensibilizar para as ciências”, concluiu Máximo Ferreira.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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