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Sexta-feira, Setembro 24, 2021

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Constância | Arte de Vincent Glowinski funde luz e corpo

Na maioria dos momentos o corpo gera arte. Existem outros em que a luz nos ofusca e os limites entre ambos se perdem. A quinta Dona Maria, em Montalvo, recebeu um dos últimos durante o espetáculo “Human Brush” de Vincent Glowinski este sábado, dia 14, e no penúltimo dia dos Caminhos da Água assistimos ao nascimento de algo novo sob um céu estrelado.

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A escuridão pouco ou nada revela no início e gera expetativa para descobrir o que trouxe ao Médio Tejo o nome internacional do programa do segundo momento da rede de itinerância cultural “Caminhos”. A estreia na região do artista de arte urbana conhecido por Bonom foi em Abrantes no passado dia 13 de julho e quem assistiu recomendou a ida ao concelho vizinho.

Fotos: mediotejo.net

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A fisiologia animal e a natureza têm inspirado a criatividade reconhecida no resto do mundo e em Constância ganharam diversas formas através dos movimentos de dança desenhados no e pelo corpo de Vincent Glowinski na penumbra. Arte em dose dupla criada ao vivo e revelada pela luz projetada na tela criando cenários surreais e inesperados.

No final, não se pode dizer que se assistiu a mais um espetáculo de dança. É certo que existe um artista em palco e música no ar, mas a arte que surge na tela e a forma como é criada gera no público a certeza que se acabou de fazer parte de um momento único e irrepetível.

Fotos: mediotejo.net

O programa dos Caminhos da Água encerra este domingo com percursos artísticos de Tiago Correia, Paulo Condessa, Susana Domingos Gaspar, Gustavo Costa e Ana Trincão. As propostas musicais são Luís Carmelo e Nuno Mourão com o projeto Contatinas, Drama&Beiço e Batida. O teatro também continua pelo Médio Tejo com “Olo – um solo sem S” da companhia Teatro de Ferro e, na vertente de rua, com “Carripana” da companhia LAMA.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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