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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Constância | Aprovado contrato-programa de 21 mil euros para Casa-Memória de Camões

A Assembleia Municipal de Constância aprovou por unanimidade a proposta de contrato-programa a celebrar com a Associação Casa-Memória de Camões para o ano 2022, no valor de 21.250,00 euros, para a sua gestão anual. Contudo, a CDU defendeu ser “a altura de repensar com muita seriedade” a forma como o Município se envolve na Associação, tendo em conta “os objetivos que se pretendem alcançar”.

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O presidente da Câmara Municipal de Constância, Sérgio Oliveira (PS) explicou tratar-se de um valor que o município transfere para esta associação – tal como também aprovou uma verba de 55 mil euros para a Associação Centro de Ciência Viva de Constância – para a sua atividade regular.

“É um subsídio, à volta de 21 mil euros por ano”, no sentido de “apoiar a associação naquilo que é a atividade que realiza com um conjunto de objetivos e condições que são colocadas”, explica o presidente, frisando que a associação terá de justificar os valores utilizados.

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ÁUDIO | PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL, SÉRGIO OLIVEIRA

A bancada da CDU votou favoravelmente, mas considerou que o Município terá de “repensar” a Associação Casa-Memória de Camões.

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“É altura de repensarmos com muita seriedade outras formas de o Município se envolver na vida da Associação Casa-Memória de Camões porquanto estas circunstâncias, e este apoio, não é suficiente”, disse Júlia Amorim, lembrando que a associação tem uma funcionária a quem tem de pagar o salário mensalmente.

Acrescentou que a CDU “não augura um futuro promissor à Associação, tendo em conta os objetivos que se pretendem alcançar com o desenvolvimento cultural e económico do concelho”.

ÁUDIO | DEPUTADA MUNICIPAL DA CDU, JÚLIA AMORIM

Recorde-se que em 2020 a Assembleia Municipal de Constância aprovou a alteração de estatutos da Casa-Memória de Camões, processo que remontava a setembro/outubro de 2013, quando foi feita uma denúncia sobre a forma como foram celebrados os contratos-programa que a Câmara Municipal tinha com o Centro de Ciência Viva e com a Associação Casa-Memória de Camões.

A alteração aos estatutos previa dar uma posição dominante à autarquia dentro da associação, adequando os estatutos às exigências legais.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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