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Constância | Agrupamento de Escolas caminha pelos Direitos Humanos (c/fotos)

Cerca de 500 pessoas participaram no dia 13 de dezembro numa caminhada pelos Direitos Humanos em Constância, organizada pelas turmas do 10º ano do Agrupamento de Escolas, na área de Cidadania e Desenvolvimento.

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Alunos, professores e pessoal não docente da Escola Básica e Secundária Luís de Camões, tiveram a oportunidade de assistir, no fim da Caminhada, junto ao Pelourinho no centro da vila, à leitura dos 30 direitos inscritos na Declaração Universal dos Direitos Humanos e a uma largada de balões simbólica.

Esta atividade encerra um conjunto de iniciativas subordinadas ao tema dos Direitos Humanos que foram desenvolvidas, ao longo do primeiro período, pelos alunos do ensino secundário abrangidos pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade, que o Agrupamento integra, como escola-piloto, desde setembro.

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Estre as ações promovidas contam-se, entre outras, a dinamização da «Maratona de Cartas», em colaboração com a Amnistia Internacional (uma iniciativa que tem em vista a defesa dos direitos humanos e que consiste na recolha de assinaturas e envio de cartas em prol de pessoas e comunidades em risco) e a animação de oficinas criativas, alusivas ao tema, junto das turmas do 1º Ciclo.

“Estamos aqui, porque lutamos pelos Direitos Humanos e se não nos ouvirem diremos mais alto” foi o hino que todos os presentes foram desafiados a entoar no final do evento pelas turmas organizadoras, conscientes de que, tal como preconizado por Eleanor Roosevelt, os direitos humanos começam “em pequenos lugares, próximos de casa – tão próximos e tão pequenos que eles não podem ser vistos em quaisquer mapas do mundo. (…) A não ser que estes direitos possuam sentido lá, eles possuem pouco sentido em qualquer outro lugar. Sem a ação preocupada de cidadãos a fim de mantê-los próximos de casa, não haverá progresso no mundo maior.”

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Relive ‘Caminhada pelos direitos humanos’

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José Gaio
Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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