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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Constância acolhe Festival Internacional do Carrilhão e do Órgão de 29 a 31 de outubro

O V Festival Internacional do Carrilhão e do Órgão (FICOC) vai decorrer de 29 a 31 de outubro, em Constância. Organizado pelo Centro Internacional do Carrilhão e do Órgão (CICO), com o apoio de associações e entidades do concelho, o festival vai decorrer em todas as freguesias, tendo por objetivo valorizar a presença no concelho do “maior e mais pesado carrilhão itinerante do mundo” e do órgão histórico da Igreja Matriz.

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O concerto de abertura está marcado para sexta-feira, dia 29, às 19:00, no Largo Dr. Pratas de Moura, em Santa Margarida da Coutada, com a carrilhanista Ana Elias a interpretar ‘Música Portuguesa’ no carrilhão Lvsitanvs. 

Para sábado, dia 30, está agendado um concerto de música medieval e renascentista pelos TINTINNABVLVM no Jardim-Horto de Camões, pelas 16:00, e um outro concerto no carrilhão Lvsitanvs no Jardim de Montalvo, às 19:00, pelo carrilhanista Eddy Marien.

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No domingo, pela manhã, tem lugar a realização de exames das crianças de disciplina de carrilhão da Escola de Música da CICO, e, à tarde, às 16:00, na Igreja Matriz de Constância, um concerto de Orgão e Eufónio pelo organista belga Wannes Vanderhoeven e pelo eufonista Pedro Frazão.

O festival encerra às 19:00, na zona ribeirinha do Zêzere, com um concerto da carrilhanista Ana Elias no carrilhão Lvsitanvvs.

A iniciativa, que assinala a sua quinta edição, resulta de um protocolo de cooperação no âmbito do desenvolvimento sociocultural local entre a Associação da Casa-Memória de Camões e a Associação CICO – Centro Internacional do Carrilhão e do Órgão, da qual os TINTINNABVLVM são parte.

Inicialmente previsto para o mês de julho, o FICOC 2021 foi adiado para  devido à atual situação pandémica vivida no concelho, anunciou a organização.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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