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Sexta-feira, Julho 30, 2021

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Coligação PSD-CDS acusa executivo socialista de Ourém de “manipular informação”

Os vereadores da coligação PSD-CDS reuniram-se esta segunda-feira, dia 19, em Fátima, para fazer um balanço dos dois primeiros anos deste mandato. Aos jornalistas, o vereador Luís Albuquerque afirmou-se dececionado com o executivo socialista, referindo que a coligação pensou que “poderia haver outro tipo de colaboração”.

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Num comunicado em que recordam a obra feita, não faltaram as críticas aos vereadores do PS liderados por Paulo Fonseca e à deputada do MOVE. Entre outras acusações, destacam “a manipulação de informação” relativa ao caso das dívidas do Ministério da Educação.

Segundo o comunicado, após um requerimento apresentado pelos deputados do PSD pelo circulo de Santarém na Assembleia da República ao Ministério da Educação, “consultámos os processos existentes no Município para podermos confrontar as duas versões, tendo chegado à conclusão que os valores indicados pela Câmara como estando em dívida, não eram verdadeiras. Afinal, tratava-se apenas de um mero entendimento…!”. Recorde-se que o executivo PS referiu que este Ministério devia ao município quase 1 milhão de euros, montante que a própria entidade já tinha vindo contestar.

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Os vereadores lembraram ainda uma série de requerimentos e pedidos de esclarecimento a que nunca obtiveram resposta, como a extinção da Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) de Fátima ou diversos ajustes diretos “de largos milhares de euros”. Da mesma forma questionaram o atraso em obras como o Posto de Turismo de Fátima (ainda por inaugurar apesar de concluído), o antigo edifício dos Paços do Concelho ou o Sistema Integrado de Mobilidade da Cova da Iria.

Sublinhando a falta de respeito pela Oposição e as dúvidas sobre diversos temas, como o corte de pinheiros nos terrenos da Câmara no Carregal, ou as negociações com a concessionária de água – Be Water -, referiram que “não restou outra alternativa, senão solicitar a outras Entidades o esclarecimento cabal de alguns processos, de forma a garantir a defesa do interesse público e da legalidade”.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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