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Terça-feira, Outubro 19, 2021

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Coletes amarelos com protesto tímido em Abrantes, Tomar e Santarém (C/FOTOS e VIDEO)

O protesto dos coletes amarelos está a decorrer esta sexta-feira em vários locais do país, sendo que no distrito de Santarém há a registar concentrações tímidas nas cidades de Abrantes, Tomar e Santarém, sem perturbação da ordem pública. Na capital de distrito juntaram-se cerca de 20 pessoas, ao passo que em Abrantes e Tomar os manifestantes contaram-se pelos dedos de uma mão.

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Em Abrantes, a concentração começou por juntar duas pessoas perto das 9:00 junto à rotunda do quartel, acompanhados de perto pela PSP. Até perto das 10:00 eram quatro os manifestantes, que ali se juntaram em resposta ao “apelo visto nas redes sociais”, pedindo o “aumento do salário mínimo” nacional, “condições dignas de vida para os portugueses”, e exibindo cartazes onde se podia ler “Receio pelo futuro dos meus filhos”,  “Aumento das reformas – Quem sobrevive com 200 euros mensais?”, e outros como “Melhores condições para forças de Segurança Pública” e “Bombeiros respeito – Não são incompetentes”.

Até perto das 10:00 eram quatro os manifestantes em Abrantes, que ali se juntaram em resposta ao “apelo visto nas redes sociais”. Foto: mediotejo.net

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As autoridades estiveram sempre por perto, caso houvesse necessidade de intervir para reposição de ordem pública, mas tal não foi necessário, sendo o protesto pacífico e sem causar problemas na circulação rodoviária, ou outros.

Em Tomar, o apelo nas redes sociais apelava à concentração na rotunda em frente à Casa dos Cubos tendo ali aparecido dois populares às 7:00. Cerca de uma hora mais tarde desmobilizaram.

Em Tomar, dois coletes amarelos estiveram concentrados perto de uma rotunda da cidade durante uma hora. Foto: mediotejo.net

Em Santarém, a meio da manhã, cerca de 20 populares vestidos de coletes amarelos estavam na Rotunda do Continente, também controlados de perto pela polícia.

Os manifestantes iam atravessando a passadeira para um lado, ora para o outro, dificultando a fluidez do trânsito. A polícia ia interrompendo regulamente a passagem dos peões, de modo a permitir a circulação de viaturas, quando a fila se tornava maior.

Em Santarém, foram cerca de 20 os populares que hoje vestiram colete amarelo. Foto: Rede Regional

Não há registo de nenhuma ocorrência em todo o distrito de Santarém relacionada com o protesto.

Abrantes l Coletes amarelos em protesto

Publicado por mediotejo.net em Sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Coletes amarelos: Costa espera que manifestações continuem a correr com tranquilidade

O primeiro-ministro, António Costa, afirmou hoje esperar que as manifestações dos coletes amarelos, em todo o país, continuem a decorrer com “tranquilidade” até ao final do dia.

“Não há até agora incidentes a registar. Nós desejamos que, como é próprio e tradicional em Portugal, que a manifestação se realize com liberdade democrática e obviamente com respeito e tranquilidade. É assim que tem estado a correr e é assim que espero que continue até ao fim do dia”, afirmou aos jornalistas o chefe do Governo no Seixal.

António Costa visitou esta manhã o bairro da Jamaica, no Seixal, distrito de Setúbal, que concluiu na quarta-feira a primeira fase de realojamento de moradores.

Questionado sobre a adesão dos cidadãos ao movimento, o primeiro-ministro disse não fazer “trabalho de comentador político”, lembrando que as competências do Governo passam por assegurar que quem se quer manifestar, “que o possa fazer” e que “a liberdade democrática seja respeitada”.

Até ao momento os protestos têm sido pacíficos e, para António Costa, “não há nenhuma razão em Portugal para alarme social”.

“Nós vivemos num país onde felizmente tem sido possível conciliar maior crescimento económico com maior justiça social, com uma fortíssima redução do desemprego e com a progressiva redução das desigualdades. Estamos melhor, é indiscutível, temos que continuar a melhorar, é também indiscutível”, referiu.

Segundo o governante, “vão sempre existir problemas”, mas o mais importante é “enfrentá-los e encontrar soluções”.

“Hoje temos aqui [no bairro da Jamaica] mais 64 famílias que passaram a ter uma habitação condigna, quando não tinham e provavelmente tinham perdido a esperança de vir a ter, depois de décadas à espera. O que temos que continuar a fazer é prosseguir esta trajetória para termos cada vez menos pessoas com problemas e melhores condições para que se viva melhor em Portugal”, frisou.

Com a visita ao Seixal a terminar, António Costa reforçou que as manifestações e protestos fazem parte da democracia.

“A democracia não é só os momentos em que estamos contentes. Não, há momentos de conflitos, há momentos de protesto e acho que devemos vivê-los com serenidade e com a maturidade democrática que o país tem tido ao longo de décadas. Devemos viver isto com naturalidade e sem alarmismos”, advertiu.

Os protestos dos “coletes amarelos” em Portugal foram convocados por vários grupos através das redes sociais, com inspiração nos movimentos contestatários das últimas semanas em França.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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