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Terça-feira, Outubro 19, 2021

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“Cinquenta e duas semanas”, por Vasco Damas

Semana após semana chegámos às cinquenta e duas semanas e às cinquenta e duas crónicas aqui no mediotejo.net, sempre com o objetivo de honrar o compromisso, tentando não defraudar as expectativas e acima de tudo com a preocupação acrescida de não deixar ficar mal quem acreditou que eu estaria à altura do desafio.

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Nem todas as semanas foram fáceis. Houve algumas em que o pensamento não discorria, outras em que a motivação não aparecia e outras ainda onde o resultado final ficou muito aquém do desejado, mas apesar de tudo, neste momento de fim de ciclo, o sentimento é de missão cumprida.

O bom será sempre inimigo do ótimo e a minha relação com o erro nunca será fácil, mas a limitação que me impõe a minha dimensão humana não me permite atingir a perfeição. Por mais que me esforce e por mais que a queira atingir, tenho noção que, como diz a canção, “longa se torna a espera”.

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Fecha-se um ciclo nesta semana, abre-se um novo ciclo na próxima semana. Renovando o compromisso de continuar a partilhar a minha visão sempre com a preocupação de explicar a minha perspetiva, porque uma crónica de opinião não tem espaço nem abrangência para verdades absolutas, limitando-se a ser a projeção de uma visão parcial que é resultado do que se conhece ou do que já se viveu.

Continuarei a ser eu e as minhas convicções, sempre com abertura e flexibilidade para mudar essas convicções, porque não posso deixar de ter a humildade de reconhecer que o meu conhecimento não passa de um gota de água quando comparado com o oceano que desconheço.

De resto, tudo seguirá natural e normalmente os seus desígnios. Umas semanas mais previsíveis, outras menos intuitivas, algumas reflexões na primeira pessoa do singular, a maioria na primeira pessoa do plural, porque é assim que faz sentido e porque às vezes é importante conhecermos bem o “eu” para percebermos a verdadeira importância do “nós”.

A terminar, renovo os votos de há um ano. Gosto de estar por aqui e continuarei a estar enquanto fizer sentido que assim seja e enquanto quiserem que por aqui vá estando. É que apesar de tudo e de alguns constrangimentos, esta estadia tem sido um gosto com muito gosto.

É gestor e trabalhar com pessoas, contribuir para o seu crescimento e levá-las a ultrapassar os limites que pensavam que tinham é a sua maior satisfação profissional. Gosta do equilíbrio entre a família como porto de abrigo e das “tempestades” saudáveis provocadas pelos convívios entre amigos. Adora o mar, principalmente no Inverno, que utiliza, sempre que possível, como profilaxia natural. Nos tempos livres gosta de “viajar” à boleia de um bom livro ou de um bom filme. Em síntese, adora desfrutar dos pequenos prazeres da vida.

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