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Segunda-feira, Agosto 2, 2021

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Ciclo de conversas em Mação aborda Ortiga, o Tejo, as gentes e cultura ribeirinha

O Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo, em Mação, acolhe a segunda sessão de “Histórias de Mação – Um Ciclo de Conversas”, este sábado, 11 de junho, às 18h.

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O tema desta conversa será “Ortiga e o Rio Tejo: Cultura Material e Construção de Barcos”, tendo como oradores dois profundos conhecedores deste assunto: João de Matos Filipe e Manuel Pires Fontes, pescador, calafate e uma vida inteira dedicada ao rio.

Refira-se que o Museu de Arte Pré-Histórica e o Instituto Terra e Memória promovem desde maio um ciclo de conferências intitulado «Histórias de Mação – um ciclo de conversas».

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Esta iniciativa, direcionada para a população do concelho de Mação e limítrofes, pretende transmitir os resultados das pesquisas que o Museu e Instituto têm feito nos últimos anos, mas também agregam historiadores e pesquisadores de Mação, que têm trabalhado e escrito sobre o Concelho de Mação, bem como membros destacados da comunidade com preciosos saberes acerca da sua vida e terra.

O espírito da iniciativa é a partilha de conhecimento para um enriquecimento de todos.

As conferências prolongam-se até dezembro, todos os segundos sábados de cada mês, às 18h00, no Museu de Mação.

A iniciativa decorre no âmbito do Ano Internacional do Entendimento Global que prevê encontros deste género como forma de consciencializar comunidades acerca do seu passado para melhor planear o seu futuro. Entre os conferencistas encontram-se Davide Delfino, Sara Garcês, Margarida Morais, João de Matos Filipe, Carlos Gueifão, Ti Manuel Fontes, Sara Cura, Graziela Jácome, Flávio Moura, Isabel Dâmaso, Jaime Marques da Silva.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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